O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, a Vereadora da Coesão Social, Carlota Borges, e o Bispo da Diocese, D. João Lavrador, marcaram hoje presença na formalização do Protocolo de Cooperação que agrega o Centro Paroquial e Social de Lanheses, a Casa Sacerdotal da Diocese de Viana do Castelo e o Centro Paroquial e Social de Fornelos num horizonte de desenvolvimento conjunto.

Esta parceria pioneira visa a qualidade do trabalho social e solidário de forma a dar resposta aos, cada vez mais exigentes, desafios financeiros quotidianos.
Assim estas IPSS decidiram agrupar-se nos objetivos partilhados como: o incremento da sustentabilidade económica através de um maior poder de negociação junto de fornecedores comuns; desenvolvimento de práticas incrementais de transparência; partilha de boas práticas e recursos; e promoção de uma real aproximação entre instituições, potenciando um verdadeiro trabalho em rede e a sua continuidade.
Esta iniciativa agrega, numa primeira fase, as três instituições, mas estará aberta a outras IPSS ou organizações conexas que comunguem dos mesmos objetivos.


Nas instalações do Centro Paroquial e Social de Lanheses, o Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo reconheceu o trabalho valioso que as IPSS’s promovem diariamente, afirmando que “somos todos parceiros com o mesmo objetivo de servir os nossos concidadãos”.
Luís Nobre revelou estar “muito orgulhoso ” por ver as instituições locais “a unirem-se a e tomarem a liderança neste projeto”, reconhecendo a “amplitude quase infinita desta parceria” e destacando a partilha de recursos como uma enorme mais-valia.
D. João Lavrador elogiou igualmente a “capacidade” destes três IPSS’s se unirem para um trabalho em equipa “em prol da comunidade e beneficiando as próprias instituições”. “É nas pontes, nas relações e no diálogo que encontramos as soluções”, valorizando ainda o facto de este protocolo “ajudar à transparência”.

O Diretor executivo do Centro Paroquial e Social de Riba Lima, Vasco Araújo, indicou que esta ideia “começou a germinar há dois meses, quando começamos a perceber que conseguiríamos fazer um melhor trabalho se uníssemos esforços”.
Realçou que esperam que esta parceria a três “possa vir a ser alargada”, já que esta parceria “não vai trazer nenhum encargo adicional nem aumento de recursos humanos”, correspondendo apenas a uma “união de esforços e otimização de recursos” para que “amanhã, as nossas dificuldades possam ser atenuadas”.
Mensalmente, irão monitorizar a evolução dos preços com fornecedores e, volvidos seis meses, farão a primeira reunião de análise e, “se tudo correr bem”, poderão já acolher outras instituições na iniciativa.
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