A líder do PAN anunciou uma iniciativa para tornar o 18 de julho Dia Nacional do Resgate Animal em Portugal e considerou incompreensível que o Governo ainda não tenha publicado os avisos para a proteção dos animais.

“Demos entrada hoje mesmo de uma iniciativa para que o dia 18 de julho seja reconhecido como o dia nacional do resgate e proteção animal no nosso país”, afirmou Inês Sousa Real, em Santo Tirso, à margem de uma visita a uma associação de animais abandonados.
Há quatro anos, a 18 de julho, morreram na serra da Agrela, naquele concelho do distrito do Porto, mais de 70 animais que estavam em abrigos clandestinos atingidos por incêndios: “O que aconteceu na serra da Agrela foi um crime, tem que ser responsabilizado”.
“O PAN e as associações que se constituirão como assistentes têm reclamado por justiça para os animais de Santo Tirso, precisamos não só que a reabertura do processo, da sua instrução tenha o seu avanço, a ultima sessão foi adiada pela greve dos oficiais de justiça, o que também denota aquilo que é um problema crónico na justiça do nosso pais que é a falta de meios”, disse a líder do PAN.
E continuou: “Aquilo que nós hoje queremos assinalar e que o PAN não pode deixar cair no esquecimento é aquilo que foi uma das tragédias na serra da Agrela que tirou a vida a mais de 70 animais”.
Por isso, defendeu Inês Sousa Real, “é preciso que as políticas públicas mudem”.
“Demos entrada de um conjunto de iniciativas que visam garantir a existência de equipas de resgate e de socorro animal alocadas aos bombeiros, queremos garantir que em Portugal temos um 112 animal que permita garantir que este tipo de situações não voltem a acontecer mas também que qualquer pessoa que impeça o acesso, seja a um abrigo, seja a uma casa particular, que possa incorrer no crime de desobediência às autoridades para que não voltemos a ter esta tragédia”, apontou.
Inês Sousa Real disse ainda não poder “deixar de lamentar que ontem no debate [no parlamento sobre o Estado da Nação] o primeiro-ministro, Luis Montenegro, não tenha respondido às perguntas do PAN relativamente aos avisos e aos dinheiros que tem que ir para a proteção animal”.
Isto porque, disse, nesta “altura do ano em que o abandono aumenta e as associações que diariamente trabalham, as cuidadoras, as famílias que se vêm a braços com o aumento da ração, dos custos medico veterinários precisam deste dinheiro e destes apoios”.
Os animais que morreram na serra da Agrela 18 de julho de 2020, estavam em dois abrigos ilegais, o ‘Cantinho das Quatro Patas’ e o ‘Abrigo de Paredes’ e o incêndio e a consequente morte de mais de sete dezenas de animais geraram, na ocasião, polémica, revolta e solidariedade.
Os dois abrigos ilegais foram atingidos por um incêndio que começara na véspera, no concelho vizinho de Valongo, e que levou ao local centenas de pessoas, muitas que anteriormente haviam denunciado a falta de condições em que estavam alojadas centenas de cães e gatos, acabando uma parte dos animais resgatada com vida por muitos desses populares.
A GNR disse à data que a morte de animais no incêndio não se deveu ao facto de ter impedido o acesso ao local de populares, mas à dimensão do fogo e à quantidade de animais.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo promove, ao longo de outubro, um programa de atividades desportivas e de convívio integrado no Outubro Rosa 2026. As iniciativas têm caráter solidário e revertem a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro, associando a prática de exercício físico à sensibilização para a prevenção do cancro da mama.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo anunciou que, a partir desta quinta-feira, 8 de outubro, podem ser apresentados pedidos para a realização de queimas de sobrantes no concelho. A decisão tem em conta as condições meteorológicas e a evolução do perigo de incêndio rural.
João Moura é o novo CEO da Vianense SAD. O dirigente chega a Viana do Castelo depois de ter desempenhado funções de diretor desportivo do Marítimo, onde integrou a estrutura que alcançou a subida à Primeira Liga.
A Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UNIPVC) está a acompanhar a situação denunciada pelos trabalhadores da empresa responsável pelos serviços de limpeza nas suas instalações, na sequência de alegados salários em atraso.
O Teatro Municipal de Viana do Castelo recebe, esta quarta-feira, 7 de outubro, às 21h30, uma sessão de exibição do filme “Memórias do Cárcere”, com a presença do realizador Sérgio Graciano e do produtor Paulo Branco. A produção contou com filmagens na freguesia de Alvarães e com a participação da comunidade local.
O projeto do 3AR – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia do Agroalimentar, a instalar na Escola Superior Agrária da Universidade Politécnica de Viana do Castelo, em Ponte de Lima, avançou com a autorização do Governo para a constituição do direito de superfície sobre uma parcela do campus.
Viana do Castelo prepara-se para quatro dias marcados pela diversidade desportiva, com competições e iniciativas que vão levar o surf, o desporto inclusivo, o ciclismo e o atletismo a diferentes espaços da cidade.