Um senhor de seu nome Almada Negreiros escreveu um dia: O povo completo será aquele que tiver reunido no seu máximo todas as qualidades e todos os defeitos. Coragem, Portugueses, só vos faltam as qualidades. (in Ultimatum Futurista às Gerações Portuguesas do Século XX, Dezembro de 1917).
Não concordo com esta afirmação, mesmo contextualizando à época em que foi escrita. Portugal é um país maravilhoso! Cheio de virtudes e carregado de defeitos. E são essas virtudes e esses defeitos que o fazem maravilhoso.
Nós, Portugueses, crescemos muito individualmente e colectivamente. Não há como fugir a isso. Tendencialmente, alguns indivíduos necessitam de ficar agarrados a um passado talvez por medo de encarar o futuro, para isso precisam da nossa companhia para não se sentirem sós.
A evolução é lenta e por vezes sinuosa. Mas, se pensarmos em culturas passadas onde, por exemplo, a escravatura era considerada normal e aceitável, onde o racismo era tolerável e permitido, verificamos que demos passos muito importantes na busca de uma sociedade mais evoluída e sustentável.
Não permitamos que aqueles que nos querem amarrar a um passado, segundo eles, mais seguro e mais respeitável, defendendo que “antigamente é que era bom, não havia corrupção nem sequer havia insegurança”, vençam. São eles, que incitam ao ódio contra o próximo, apelam à violência e à intolerância face à diferença, aqueles que se aproveitam do tempo de antena dispensado pela comunicação social para provocar e instalar o medo na sociedade, são estes que precisam de ser derrotados. São eles, o lastro inadequado da sociedade que atrasa a nossa evolução individual e colectiva.
Percebamos também que a evolução de sociedades diferentes implicam estágios evolutivos diferentes. Não crescemos e evoluímos todos ao mesmo tempo estando fases de desenvolvimento diferente. Isso, naturalmente, cria bastantes desafios e dificuldades. É fundamental a tolerância e o bom senso.
“É fundamental respeitar os direitos humanos para uma sociedade mais justa e inclusiva.”
Por Paulo Gomes
A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) registou, no dia 1 de janeiro, o primeiro nascimento de 2026. O bebé, de nome Bryam, nasceu às 00h06, por parto eutócico, apresentando um estado de saúde considerado bom.
Viana do Castelo fechou 2025 em grande destaque no panorama regional e nacional, com a realização do XXVII Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e o avanço da construção da nova ponte entre Deocriste e Nogueira, marcando um ano de dinamismo político, cultural e económico.
O mês de novembro ficou marcado, em Viana do Castelo e no Alto Minho, por uma forte atividade política, social, ambiental, cultural e desportiva, com destaque para o anúncio da Cidade Desportiva, que prevê a construção de dois novos campos sintéticos e a criação de um Performance Hub da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), afirmando o concelho como polo estratégico do desporto nacional.
Viana do Castelo prepara-se para viver a passagem de ano mais aguardada da região. O New Year 2026, organizado pelo Santa Luzia Futebol Clube em parceria com a Collective, regressa pelo segundo ano consecutivo ao Centro Cultural de Viana do Castelo, prometendo uma noite de música, glamour e experiências exclusivas.
Luís Nobre, candidato do Partido Socialista, garantiu a reeleição para a presidência da Câmara Municipal de Viana do Castelo, alcançando 42,76% dos votos e mantendo cinco lugares no executivo. O resultado assegura a continuidade da equipa do mandato anterior e reforça a presença do PS na governação local.
A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez está a reutilizar a madeira dos passadiços danificados da ecovia do rio Vez para substituir as casas abrigo das colónias de gatos do concelho, numa iniciativa que cruza sustentabilidade ambiental e bem-estar animal.
Setembro ficou marcado pelo início de dois grandes projetos que vão transformar a cidade: o novo Mercado Municipal, com obras a arrancar no terreno do antigo prédio Coutinho, e o TuViana, o novo sistema de transportes urbanos 100% elétrico que começou a operar, melhorando a mobilidade no centro histórico, periferia e freguesias.