Um senhor de seu nome Almada Negreiros escreveu um dia: O povo completo será aquele que tiver reunido no seu máximo todas as qualidades e todos os defeitos. Coragem, Portugueses, só vos faltam as qualidades. (in Ultimatum Futurista às Gerações Portuguesas do Século XX, Dezembro de 1917).

Não concordo com esta afirmação, mesmo contextualizando à época em que foi escrita. Portugal é um país maravilhoso! Cheio de virtudes e carregado de defeitos. E são essas virtudes e esses defeitos que o fazem maravilhoso.
Nós, Portugueses, crescemos muito individualmente e colectivamente. Não há como fugir a isso. Tendencialmente, alguns indivíduos necessitam de ficar agarrados a um passado talvez por medo de encarar o futuro, para isso precisam da nossa companhia para não se sentirem sós.
A evolução é lenta e por vezes sinuosa. Mas, se pensarmos em culturas passadas onde, por exemplo, a escravatura era considerada normal e aceitável, onde o racismo era tolerável e permitido, verificamos que demos passos muito importantes na busca de uma sociedade mais evoluída e sustentável.
Não permitamos que aqueles que nos querem amarrar a um passado, segundo eles, mais seguro e mais respeitável, defendendo que “antigamente é que era bom, não havia corrupção nem sequer havia insegurança”, vençam. São eles, que incitam ao ódio contra o próximo, apelam à violência e à intolerância face à diferença, aqueles que se aproveitam do tempo de antena dispensado pela comunicação social para provocar e instalar o medo na sociedade, são estes que precisam de ser derrotados. São eles, o lastro inadequado da sociedade que atrasa a nossa evolução individual e colectiva.
Percebamos também que a evolução de sociedades diferentes implicam estágios evolutivos diferentes. Não crescemos e evoluímos todos ao mesmo tempo estando fases de desenvolvimento diferente. Isso, naturalmente, cria bastantes desafios e dificuldades. É fundamental a tolerância e o bom senso.
“É fundamental respeitar os direitos humanos para uma sociedade mais justa e inclusiva.”
Por Paulo Gomes
O Presidente da República, António José Seguro, deslocou-se a Viana do Castelo para participar nas celebrações da Romaria em Honra de Nossa Senhora d’Agonia e assistir ao Cortejo Histórico-Etnográfico.
As condições meteorológicas adversas obrigaram ao cancelamento da procissão e de vários momentos previstos para este domingo, 23 de agosto, último dia da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, em Viana do Castelo.
A Romaria de Nossa Senhora d’Agonia termina este domingo, 23 de agosto, com a Procissão Solene e a tradicional Serenata sobre o rio Lima.
O Cortejo Histórico e Etnográfico sai à rua este sábado, 22 de agosto, às 16h00, num dos momentos de maior participação popular da Romaria d’Agonia.
As crianças assumem o protagonismo esta sexta-feira, 21 de agosto, com a realização da Romaria dos Pequeninos, entre as 10h00 e as 18h00, no Anfiteatro da Marina.
O Presidente da República, António José Seguro, vai marcar presença na Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, em Viana do Castelo, segundo apurou a Viana TV.
A Procissão ao Mar volta a concentrar as atenções esta quinta-feira, 20 de agosto, dia dedicado a Nossa Senhora d’Agonia.