Cada vez que prestamos atenção às notícias, não há forma de não nos assustarmos! São as taxas de juro a subir, são as rendas a aumentar, o combustível que não para de aumentar e nem o IVA zero em alguns alimentos é capaz de salvar o “dia” quando vamos ao supermercado.

A gravidade da situação vai muito além dos nossos simples conhecimentos de economia ou finanças, até porque o dia a dia do comum dos mortais se resume a coisas básicas nesta matéria.
Agora que o verão chega ao fim e, por natureza, a época alta de turismo em Portugal, o que será que vai acontecer nos próximos meses? Falta pouco para o final do ano, outra época de gastos mas que certamente será bem mais limitada do que foi no ano passado, por isso acredito que os próximos meses vamos assistir a um novo “confinamento” dos portugueses. Não porque a Covid-19 volte a assombrar as famílias, mas porque a falta de capacidade financeira, ou melhor, a falta de dinheiro obrigue a economia portuguesa a estagnar! Os entendidos na matéria até podem dizer que estou a exagerar ou os mais céticos dizerem que isto não passa de mau agoiro! Veremos!
Não digo isto com satisfação alguma! Muito pelo contrário! E, todos sabemos que são poucos os portugueses que efetivamente têm dinheiro nesta altura para gastar, e quem o tem, até o faz de forma mais cautelosa pois terá também outras obrigações a cumprir.
O verão mexe a economia. Há eventos, festivais, festas e romarias que “obrigam” as pessoas a sair de casa, mas sabemos que o outono/inverno são épocas mais calmas e, consequentemente, os portugueses ficam mais em casa. Agora, se associarmos a isso o estado do nosso país, em que 10 euro de combustível não dá para nada, inevitavelmente os portugueses vão ficar mais em casa.
No Alto Minho, valha-nos a proximidade à Galiza. Sempre se atesta o carro e ainda se adquirem alguns produtos alimentares, por exemplo, mais baratos que em Portugal. Embora defensor de gastarmos no nosso país, há coisas que não há como contestar e se lá é mais barato e dá para poupar, quem serei eu para julgar!
Espera-se que 2024 possa aliviar a pressão nas carteiras, mas há males que dificilmente dependem só do contexto europeu. A crise da habitação em Portugal é no mínimo absurda! Os preços das rendas são exorbitantes e deixam as famílias sem margem para mais. Por que razão se deixou de construir em Portugal? Por que razão se deixou de apostar em construções a custos controlados? Deixou de haver apoios para isso? Deixou de haver interesse? Ter casa é uma necessidade básica para qualquer pessoa, em qualquer idade! Se um jovem que começa a sua vida adulta não tem hipótese de ter a sua própria casa, vai estar limitado! São necessárias soluções imediatas nesta matéria! Aliás, é urgente mesmo!
Portugal precisa de tantas soluções que só de pensar em algumas percebo que teria matéria para muito mais artigo! Deixarei para outra altura e só desejo que o outono não nos pare a todos! Força portugueses!
Duarte Martins.
A Águas do Alto Minho (AdAM) registou um indicador de 99,32% de água segura, acima dos 98,84% da média nacional, segundo os dados do Relatório Anual dos Serviços de Águas e Resíduos (RASARP), divulgado pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).
As praias de Viana do Castelo vão acolher uma experiência científica para estudar o impacto de herbívoros marinhos, como lapas e caracóis-marinhos, no crescimento e na sobrevivência das algas. O trabalho será também realizado em Espanha e na Noruega, permitindo comparar resultados em diferentes latitudes.
Portugal venceu a Dinamarca por 4-2, no Estádio Parken, em Copenhaga, e manteve o pleno de vitórias na Liga das Nações. João Cancelo, Gonçalo Ramos, Vitinha e João Félix marcaram os golos portugueses, num encontro em que a seleção dinamarquesa conseguiu empatar por duas vezes.
O Centro de Interpretação do Território (CIT), em Ponte de Lima, vai promover, no dia 17 de outubro, uma oficina cultural dedicada ao fabrico artesanal de broa de milho com chouriça, cozida num antigo forno a lenha.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo aprovou, por unanimidade, cerca de 110 mil euros de apoios a Juntas e Uniões de Freguesia, destinados a obras, equipamentos, mobilidade e segurança rodoviária.
A Junta de Freguesia de Mujães promove, no dia 2 de outubro, às 21h00, uma sessão de esclarecimento dedicada à prevenção da demência, integrada no mês de sensibilização para a doença de Alzheimer.
O Município de Paredes de Coura e a Escola Superior de Saúde da Universidade Politécnica de Viana do Castelo (ESS-UNIPVC) assinaram um protocolo de cooperação estratégica para reforçar a promoção da saúde e o bem-estar da população do concelho.