Transformar a nossa alimentação pode ser um verdadeiro elixir para a saúde do fígado. A crescente incidência de doenças hepáticas associadas à obesidade, diabetes e colesterol elevado tem levantado preocupações. Em Portugal, mais de um milhão de pessoas lidam com a esteatose hepática, uma condição que, se negligenciada, pode progredir para cirrose ou cancro do fígado.

Esta patologia, resultante da acumulação de gordura no fígado, está frequentemente ligada a hábitos de vida pouco saudáveis, como o sedentarismo e o excesso de peso. Embora a esteatose hepática seja geralmente reversível, mudanças no estilo de vida são essenciais para que isso possa acontecer e para evitar complicações graves.
Para manter o fígado em plena forma, é crucial investir numa dieta equilibrada. Reduzir calorias e evitar alimentos ricos em gorduras saturadas e açúcares refinados são passos fundamentais. Carnes vermelhas devem ser consumidas com moderação, enquanto frutas e vegetais frescos, cereais integrais, proteínas magras e laticínios com pouca gordura devem ser priorizados.
Se não consegue resistir aos doces, opte pelo chocolate negro e amêndoas, que são ricos em ácidos gordos ómega-3 e oferecem benefícios adicionais à saúde do fígado. Beber água regularmente também é essencial, ajudando a manter as funções hepáticas em ótimo estado.
Além da alimentação, a prática regular de exercício físico desempenha um papel vital na prevenção da esteatose hepática. Realizar pelo menos 60 minutos de atividade física diariamente, como caminhadas, subir escadas e outras formas de movimento, contribui para a redução da gordura hepática e melhora a saúde geral.
Um estilo de vida saudável também implica moderar o consumo de álcool e controlar doenças associadas, como diabetes e colesterol elevado. A esteatose hepática não apresenta habitualmente sintomas e só em estádios mais avançados pode causar cansaço e dor no lado superior direito do abdómen. Realizar análises regulares e consultar um médico para um diagnóstico precoce é fundamental para assegurar a saúde do fígado.
O Dia Mundial da Alimentação, assinalado a 16 de outubro, é o momento ideal para refletir sobre o impacto positivo de uma alimentação equilibrada. Pequenas mudanças nos hábitos alimentares podem resultar em grandes melhorias na saúde do fígado. A revolução começa no prato – dê o primeiro passo e cuide do seu fígado hoje.
Arsénio Santos, presidente da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF)
Uma raposa-vermelha, que terá sido vítima de atropelamento, foi resgatada pela GNR em Refoios do Lima, no concelho de Ponte de Lima, no dia 28 de setembro.
A PSP deteve, na manhã de quinta-feira, 1 de outubro, em Darque, Viana do Castelo, um homem de 20 anos por suspeitas de posse de arma proibida e de estupefacientes.
Vila Nova de Cerveira assinalou esta quinta-feira o Dia do Município com a atribuição de Medalhas Municipais a personalidades, instituições e trabalhadores da autarquia. A cerimónia, realizada no Cineteatro de Cerveira, celebrou os 705 anos da atribuição da Carta de Foral pelo rei D. Dinis.
A Corrida da Ponte, organizada pelo Clube de Atletismo Olímpico Vianense (CAOV), regressa às ruas de Viana do Castelo no dia 11 de outubro. A prova principal, de 10 quilómetros, começa às 10h45 e inclui duas travessias da Ponte Eiffel.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo, a Universidade Politécnica de Viana do Castelo e António Sampaio da Nóvoa assinaram, esta sexta-feira, um protocolo de cooperação para a criação e instalação do Centro “Futuros da Educação – António Sampaio da Nóvoa” na cidade. O projeto prevê a doação da biblioteca pessoal e do espólio do professor universitário nas áreas da educação, ciência e cultura.
A Águas do Alto Minho (AdAM) registou um indicador de 99,32% de água segura, acima dos 98,84% da média nacional, segundo os dados do Relatório Anual dos Serviços de Águas e Resíduos (RASARP), divulgado pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).
As praias de Viana do Castelo vão acolher uma experiência científica para estudar o impacto de herbívoros marinhos, como lapas e caracóis-marinhos, no crescimento e na sobrevivência das algas. O trabalho será também realizado em Espanha e na Noruega, permitindo comparar resultados em diferentes latitudes.