A Câmara Municipal de Viana do Castelo, através da Biblioteca Municipal, inaugura este sábado a exposição “Mutáforas & Metomínimas”, obra gráfica publicada em livros, revistas e jornais de Emílio Remelhe. Esta é a 23ª exposição de obra gráfica da biblioteca vianense e irá ficar patente até final de dezembro.

Neste período, como tem acontecido com as anteriores exposições, será apreciada pela comunidade vianense e, sobretudo, pelos mais interessados pelas artes (incluindo os professores e alunos). Iniciado em 2013, e de forma ininterrupta, este projeto tem-se mantido ativo e bem vivo graças à sua recetividade e ao seu acolhimento neste espaço e de muitos que visitam a biblioteca expressamente para ver estas exposições.
Emílio Remelhe é licenciado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, possui mestrado em Teoria e Prática de Desenho e é doutorado em Educação Artística.
Desenvolve a sua atividade profissional no domínio das artes plásticas e da docência. Trabalha em artes plásticas, desenho, ilustração, cenografia, escrita (prosa, poesia, teatro, copyriting).
Leciona na Escola Superior de Arte e Design de Matosinhos e na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto as disciplinas de Desenho, Escrita Criativa, Ilustração, Narrativas e Guião Gráfico, Narrativas Verbais e Discurso Criativo.
Nos domínios da ilustração e do texto, tem trabalhos publicados em diversas editoras como: Livros do Oriente, Gémeo R., Campo das Letras, Civilização, Caminho, Ver Pra Ler, Deriva, Porto Editora, Portaculturas, Yekibud ou Eterogémeas (onde tem parceria há mais de vinte anos, sob o pseudónimo de Eugénio Roda, com o ilustrador Gémeo Luís) e em publicações periódicas como o Diário de Notícias, Macau Daily News, Jornal Público, Revista UPorto, Plages, Lura ou Blimunda.
Entre colaborações assíduas e pontuais – apresentações, palestras, workshops, encontros com públicos –, colabora com instituições como a Fábrica das Artes do CCB, Centro Cultural Vila Flor, Delegação Regional da Cultura do Norte, RTP/canal2, Teatro Maria Matos, Teatro do BolhãoTheâtre de la Ville, Fundação Serralves, Casa da Música, entre outras.
Está representado em coleções particulares e públicas como ANACOM, Fundação Oriente, World Trade Center Macau, Galeria Serpente, Centro de Arte de S. João da Madeira, Museu Amadeo de Souza Cardozo, Museu da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
Recebeu os seguintes prémios e distinções: Prémio de pintura Clube de Colecionadores dos CTT – Fórum Picoas (1990); 2º Prémio de Desenho na II Bienal de Macau (1995); Prémio Adolfo Simões Muller – Literatura (2007); Nomeado para o Prémio Autores. RTP / Sociedade Portuguesa de Autores – Literatura (2010); Menção Especial no Prémio Manuel António Pina / Tcharan – Literatura (2013) e Prémio Aquisição BIG – Bienal de Ilustração de Guimarães – Ilustração (2023).

Monção vai acolher, entre 4 e 7 de junho de 2026, mais uma edição do Corpo de Deus – Coca de Monção, uma das mais relevantes manifestações culturais e religiosas do Alto Minho, que alia tradição, património imaterial e programação artística contemporânea.
A Juventude Socialista (JS) do Alto Minho participou, no passado dia 25 de abril, num encontro promovido pelas Xuventudes Socialistas de Galicia (XSG) de Ourense, assinalando os 52 anos da Revolução dos Cravos e reforçando os laços de cooperação entre jovens socialistas dos dois lados da fronteira.
Hoje, feriado de 1 de maio, é um dos momentos centrais da Viana Florida, com a realização do Encontro das Festas Floridas, que reúne várias tradições do concelho, incluindo as Festas das Rosas (Vila Franca), Festa de Santa Cruz (Alvarães) e Romaria de Nossa Senhora da Encarnação (Vila Mou).
O Dia do Trabalhador celebra-se esta quarta-feira, 1 de maio, sendo feriado em Portugal e em vários países do mundo, embora não seja uma data universal. A ocasião é marcada por iniciativas sindicais, manifestações e momentos de reflexão sobre os direitos laborais e as condições de trabalho.
O SC Braga venceu esta quinta-feira o SC Freiburg por 2-1, na primeira mão das meias-finais da Liga Europa, graças a um golo apontado já em período de compensação, que deixa os minhotos em vantagem na eliminatória.
Com a chegada de maio, volta a repetir-se um dos costumes mais antigos e simbólicos da cultura popular portuguesa: a colocação das “maias” nas portas e janelas das habitações. De Norte a Sul do país, sobretudo em zonas rurais, ramos de giesta amarela são usados para assinalar a entrada no mês de maio e afastar o chamado “mau olhado”.
O Café Concerto do Teatro Sá de Miranda acolhe, esta quinta-feira, 30 de abril, às 21h30, uma mesa-redonda subordinada ao tema “Nas guerras dos ricos morrem os pobres”, iniciativa promovida pelo coletivo informal PELA PAZ.