Depois de nove dias de atividades em vários concelhos do Minho, o “I AM NATURE FEST” terminou com balanço positivo e com a promessa de que para o próximo ano está de volta, a 2 e 3 de março.
Com cerca de 40 atividades que decorreram em vários concelhos do Minho, com a presença de mais de 300 participantes, a organização mostrou-se satisfeita com o resultado deste festival, que promoveu a sustentabilidade com atividades de baixo impacto na natureza.
“Entre os dias 26 de agosto e 3 de setembro tivemos a sorte de sermos acompanhados por um público motivado, apreciador do território e que valoriza a sustentabilidade. As atividades que foram levadas a cabo por todos os parceiros deste festival tinham como propósito mostrar que o Minho tem muito para oferecer e ao mesmo tempo mostramos um território que é preciso continuar a cuidar e a sensibilizar o nosso público para a importância da preservação da natureza e da biodiversidade”, afirma Isabel Sousa, da empresa Explore Iberia, responsável pela organização do evento.
Caminhadas, atividades de aventura, ateliers variados e conversas temáticas foram razões mais do que suficientes para que os participantes aderissem a esta segunda edição, sendo que o programa do festival foi dividido em três segmentos:
– A’Cerca do Minho – atividades de interpretação e aprendizagem;
– Conversas A’Cerca do Minho – momentos de partilha informal com vários especialistas nos mais diversos temas, como, segurança na natureza, arqueologia subaquática, arquitetura popular, entre outros;
– Sentir o Minho – com atividades de baixo impacte ambiental promovidas pelas empresas de animação turística do Minho.
Com o sucesso desta segunda edição do festival, a organização decidiu revelar as datas da próxima edição e desafiar os amantes da natureza a reservarem espaço na agenda para desfrutarem das atividades que vão ser preparadas para os dias 2 e 3 de março de 2024.
“Vamos preparar um festival agregador e capaz de promover o que de melhor temos para oferecer. Além disso, vamos ainda criar um festival para crianças, o “I AM NATURE FEST KIDS”, com atividades especificamente direcionadas para uma faixa etária menor, com o objetivo de também sensibilizar os mais novos do importante que é a proteção da natureza”, explica Isabel Sousa.
O desafio está lançado e a certeza é de que o festival “I AM NATURE FEST” promete voltar com atividades surpreendentes, dinâmicas e sustentáveis.
Este festival foi promovido pelo Consórcio Minho Inovação e está previsto no âmbito da ação 1 – Estruturação da oferta Cycling & Walking no Minho, do projeto PA5. Turismo de Natureza/Náutico – Naturminho II, aprovado no âmbito do Norte 2020 – Estratégias de Eficiência Coletiva PROVERE – Projetos Âncora.
Viana do Castelo está a dar mais um passo na modernização da administração municipal. O presidente da Câmara, Luís Nobre, anunciou esta quarta-feira que o serviço de gestão urbanística já está a utilizar Inteligência Artificial (IA) para agilizar os processos de licenciamento de obras.
Na freguesia de Carreço, em Viana do Castelo, cerca de duas dezenas de papagaios-do-mar foram encontrados mortos ao longo de um curto troço de areal nas praias do Canto Marinho e do Lumiar.
Uma Orca morta foi, esta manhã, encontrada na Praia Norte, na freguesia de Areosa, e removida pelas autoridades locais.
O Município de Ponte de Lima organiza, em conjunto com os municípios de Arcos de Valdevez, Ponte da Barca e Viana do Castelo, bem como com a AMPV – Associação de Municípios do Vale do Lima, a Gala de Encerramento da distinção Região Europeia da Gastronomia e Vinho 2025.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo aprovou, por unanimidade, a atribuição de apoio financeiro à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Viana do Castelo para aquisição de uma ambulância de transporte de doentes, num investimento global de 72 mil euros.
O Município de Ponte da Barca abriu, na passada segunda-feira, dia 16, as inscrições para aulas de pintura dirigidas à população de todas as idades. A iniciativa insere-se na estratégia municipal de promoção cultural e artística no concelho.
O diretor do Departamento de Medicina Crítica da Unidade Local de Saúde do Alto Minho, Pedro Moura, demitiu-se do cargo, invocando “falta de alinhamento estratégico” e “múltiplas situações de desrespeito institucional”.