A Banda Musical de Monção apresentou, no passado sábado, no Museu Monção & Memórias, o seu novo maestro, Nuno Osório, que sucede a Vicente Simeó Mañez, o qual liderou a filarmónica monçanense durante duas décadas.

Perante uma sala repleta de monçanenses, Ricardo Pereira, o novo presidente da Direção da Banda Musical de Monção, cujos órgãos sociais para o mandato 2024/2026 tomaram posse na sexta-feira, sublinhou a honra e a responsabilidade do novo cargo e a vontade de todos os diretores e músicos em escreverem mais uma página dourada na longa e profícua história da instituição musical.
Quanto à primeira decisão, escolha do novo maestro, não teve qualquer dúvida. “É daquelas coisas que dificilmente se explicam. Após o primeiro minuto de conversa, pelo telefone, percebi que Nuno Osório seria o novo maestro da nossa banda. Acredito que é uma escolha acertada para encararmos o presente e o futuro com total confiança no desenvolvimento do nosso projeto artístico”, disse Ricardo Pereira.
Honrado com o convite, Nuno Osório, 42 anos, natural de Lamego, lembrou e reconheceu o trabalho do seu antecessor, Vicente Simeó Mañez, pelos últimos vinte anos ao serviço da filarmónica. De seguida, salientou que, “com humildade, resiliência e competência, tudo fará para que a Banda Musical de Monção continue o seu crescimento artístico e a sua afirmação no universo filarmónico nacional”.
António Barbosa, presidente do Município de Monção, também marcou presença na cerimónia e relembrou que a “Banda Musical de Monção é um exemplo de engrandecimento e afirmação da nossa terra no exterior”.
Nuno Osório estudou piano na Academia de Música de Lamego e percussão no Conservatório D. Dinis, em Odivelas. Licenciado em Composição na Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo do Porto (Esmae), é Mestre em Direção de Orquestra de Sopros na Universidade de Aveiro (UA).
Presentemente, exerce funções de instrumentista e compositor, na Banda de Música da Guarda Nacional Republicana.

Foi concluída a empreitada de melhoria da iluminação do campo de jogos e da pista de atletismo e de proteção contra descargas atmosféricas do Estádio Municipal Manuela Machado, em Viana do Castelo. A intervenção representou um investimento municipal de 164.700 euros.
Darque e Afife recebem hoje e amanhã, dias 16 e 17 de outubro, dois espetáculos integrados no ciclo da Platea — Plataforma de Teatro Amador do Alto Minho, que prossegue a sua programação no concelho de Viana do Castelo.
Viana do Castelo acolhe, até ao próximo domingo, 18 de outubro, a Exposição Filatélica Nacional, que reúne expositores portugueses e coleções de valor histórico, documental e cultural.
A exposição «Viana à Mesa: 1920–1970», promovida pela Ephemera, está patente até 31 de outubro nos antigos Paços do Concelho, em Viana do Castelo. A mostra propõe uma viagem por cinquenta anos de hábitos alimentares, práticas culinárias e formas de convívio.
O Trilho Caminho dos Mortos, em Merufe, recebe este domingo, 18 de outubro, uma caminhada de cerca de 13 quilómetros, integrada no projeto «Descobrir Monção a Caminhar 2026». A iniciativa tem um custo de três euros por participante, com a receita a reverter a favor da Associação Mão de Mimos.
O VII Torneio Zé Natário – Cidade de Viana do Castelo, em hóquei em patins, começa hoje, no Pavilhão José Natário, com a participação da Juventude Viana, FC Porto, UD Oliveirense e AA Espinho. A competição prolonga-se até amanhã e integra as comemorações dos 50 anos do clube vianense.
Acompanhar pessoas mais velhas e proporcionar atividades adaptadas às suas necessidades é a proposta da Presença Amiga, um projeto fundado pela técnica de Animação Sociocultural Carolina Brito, com intervenção nos concelhos de Viana do Castelo, Caminha, Ponte de Lima e Esposende.