O equipamento era aguardado há mais de quatro décadas e vai ser inaugurado a 18 deste mês, pelas 11h00. Esta é talvez a obra mais ansiada de sempre na Vila de Caminha.

O velho edifício que foi demolido em março de 2021, deu inicio à construção do novo Mercado Municipal de Caminha, que traduz um investimento de cerca de 600 mil euros com a duração prevista de construção de um ano.
A pandemia e outros constrangimentos acabaram por atrasar os trabalhos, que estão agora concluídos.
O novo equipamento, construído de raiz, vai acolher os comerciantes este verão, com conforto e segurança, dignificando-se também um espaço nobre da Vila, junto ao Rio Minho.
A Câmara Municipal de Caminha tinha iniciado, a 15 de outubro de 2020, os trabalhos preparatórios para a implantação do Mercado Municipal provisório que albergou os comerciantes que se encontravam no velho mercado.
O início do processo coincidiu, de resto, com o “início” formal, em Portugal, da pandemia de COVID-19.
Durante os meses que se seguiram, o processo também evoluiu, mas a pandemia trouxe incertezas e problemas de todo o tipo, acabando também por afetar os mercados, encarecendo as matérias-primas e dificultando o seu acesso.
A Câmara trabalhou no dossiê Mercado Municipal de Caminha durante cerca de seis anos, período em que também foi executado um projeto compatível com os recursos.
A obra obteve financiamento comunitário, através do NORTE 2020 e dos Planos de Ação de Regeneração Urbana – PARU, no âmbito de uma candidatura apresentada com sucesso pelo Município de Caminha.

O projeto do novo Mercado Municipal de Caminha é da autoria dos arquitetos Rui Rosado Correia e Tiago Sousa, que conta com quatro lojas viradas a sul, 12 bancas para venda de peixe, fruta e legumes, zonas de cargas e descargas, armazéns de frio, viveiro e outras valências.
Exteriormente, o novo complexo é composto por uma série de colunatas que permitem a transparência do mercado e ao mesmo tempo proteger do sol as pessoas que trabalham no mercado.
António Parente da Cruz vai presidir à Comissão de Honra da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia de 2026, por nomeação do presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre.
O antigo parque de campismo de Viana do Castelo, localizado no pinhal do Cabedelo, em Darque, vai ser reconvertido num empreendimento de turismo de natureza e bem-estar, num investimento estimado em quatro milhões de euros.
O Museu dos Terceiros, em Ponte de Lima, acolheu o VII Encontro Nacional do Turismo de Habitação, iniciativa que assinalou os 40 anos da TURIHAB – Associação do Turismo de Habitação e que ficou marcada pelo arranque público da Rota do Barroco a Norte, um projeto destinado a valorizar e promover o património barroco da região Norte.
A Fortaleza de Valença está entre os monumentos candidatos às Novas 7 Maravilhas de Portugal, na categoria Castelos, numa competição nacional que visa distinguir os mais relevantes patrimónios fortificados do país.
O Restaurante Camelo, referência da gastronomia do Alto Minho, foi galardoado com o XX Prémio Europeu de Gastronomia Tradicional Lola Torres, tornando-se o primeiro restaurante estrangeiro a receber esta distinção desde a criação do galardão.
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