A eurorregião Galiza e Norte de Portugal está a preparar um manifesto conjunto para defender a ligação ferroviária de alta velocidade, prevista, do lado português, até 2032, revelou o presidente da Xunta da Galiza, Espanha.
“Vamos apresentar, em breve, um manifesto conjunto com a Comunidade de Trabalho do Norte de Portugal, defendendo que o Norte de Portugal e a Galiza tenham um transporte do século XXI na ferrovia”, disse Alfonso Rueda no plenário do parlamento galego.
A posição do chefe do governo galego, Alfonso Rueda, foi divulgada numa nota de imprensa do ‘site’ oficial da Xunta e confirmada pela Lusa junto de fonte da eurorregião.
De acordo com o presidente da Xunta da Galiza, o documento assinala que a Galiza e o governo português “estão totalmente alinhados na prioridade das infraestruturas”, pois, para o governo português, esta ligação é prioritária.
“Estive reunido com o ministro português de Infraestruturas e deixou clara a posição de Portugal, que beneficia a Galiza, de fazer a alta velocidade que liga à Galiza até 2032”, afirmou.
O presidente da Comissão de Coordenação Regional e Desenvolvimento (CCDR) do Norte, António Cunha, disse a 23 de maio à Lusa estar confiante e moderadamente otimista sobre a conclusão do projeto de ligação ferroviária de alta velocidade Lisboa-Porto-Vigo em 2032.
António Cunha falava após ter participado na reunião entre o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, e o Presidente da Xunta de Galicia, Alfonso Rueda, que decorreu em Lisboa e de onde retirou resultados positivos, disse.
A Lusa tentou hoje, sem sucesso, ouvir a posição da CCDR-N sobre esta matéria.
A 14 de maio, o Governo aprovou a construção do novo aeroporto da região de Lisboa no Campo de Tiro de Alcochete, decidindo também mandatar a Infraestruturas de Portugal para concluir os estudos para a construção da Terceira Travessia do Tejo e da ligação ferroviária de alta velocidade Lisboa-Madrid.
Antes, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, já se tinha reunido com o seu homólogo espanhol, José Manuel Albares, e garantiu que houve consenso entre as duas partes em relação às ligações de comboio de alta velocidade e ao “mesmo grau de prioridade” que deve ter a linha entre Madrid e Lisboa e aquela que está prevista para unir Lisboa, Porto e Vigo, na Galiza.
A linha de alta velocidade Lisboa-Porto deverá ligar as duas principais cidades do país numa hora e 15 minutos, com paragens possíveis em Gaia, Aveiro, Coimbra e Leiria. O percurso Porto-Vigo está estimado em 50 minutos.
A primeira fase (Porto-Soure) da linha de alta velocidade em Portugal deverá estar pronta em 2030, estando previsto que a segunda fase (Soure-Carregado) se complete em 2032, com ligação a Lisboa assegurada via Linha do Norte.
A ligação do Porto a Vigo, na Galiza (Espanha), terá estações no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, Braga, Ponte de Lima e Valença (distrito de Viana do Castelo).
No total, segundo o anterior Governo, os custos do investimento no eixo Lisboa-Valença rondam os sete a oito mil milhões de euros.
O novo bloco de partos do Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, cuja abertura estava prevista para dezembro, vai começar a funcionar dentro de cerca de 90 dias, anunciou a Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM).
O grupo parlamentar do PS apresentou na Assembleia da República um projeto de lei que visa a elevação da freguesia de Vila de Punhe, no concelho de Viana do Castelo, à categoria de vila.
O Pavilhão José Natário prepara-se para receber esta sábado, às 21h30, um dos encontros mais aguardados da ronda de 16 avos de final da Taça de Portugal de hóquei em patins. A Juventude Viana defronta o Sporting Clube de Tomar, num duelo que promete grande intensidade e forte apoio das bancadas.
O Santa Luzia FC regressa ao Pavilhão José Natário este sábado, 10 de janeiro, para defrontar o Futsal Feijó, em encontro da 13.ª jornada da Liga Feminina Placard de Futsal. O apito inicial está marcado para as 18h00, com transmissão em direto no Canal 11.
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Viana do Castelo esteve representada, esta sexta-feira, na Reunião de Alto Nível entre as Cidades pelo Clima e a Comissão Europeia, que decorreu em Guimarães, numa iniciativa que juntou autarcas e decisores políticos de várias cidades portuguesas empenhadas na transição para a neutralidade climática.
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