O navio Nissos Rhenia, com bandeira das ilhas Marshall, que transporta mais de 150 mil litros de gasóleo, está a ser reparado ao largo de Viana do Castelo, anunciaram a Autoridade Marítima e a Marinha.
Em comunicado, a Autoridade Marítima e Marinha explicam que o navio com bandeira das Ilhas Marshall (Oceânia) sofreu uma “avaria na sua máquina, ficando sem propulsão”, estando a embarcação a mais de 24 milhas náuticas (36,6 quilómetros) de distância da costa de Viana do Castelo.
“A reparação iniciou-se na quinta-feira passada, com o embarque de uma equipa de técnicos, e prevê-se que continue durante esta semana, por forma a que o navio prossiga a viagem, que tem como destino Le Haver, na Normandia (França)”, refere-se no comunicado.
O Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa (MRCC Lisboa) foi alertado na terça-feira para a existência, ao largo de Viana do Castelo, de um navio petroleiro sem propulsão e a situação levou a “resposta coordenada de forma proativa da Marinha com a Autoridade Marítima Nacional para acompanhar a situação do Nissos Rhenia, com Bandeira das ilhas Marshall, que transporta mais de 150 mil litros de gasóleo, possui mais de 330 metros de comprimento e 60 metros de boca (largura)”.
A Marinha enviou a NRP António Enes, uma corveta com a missão de vigilância, busca e salvamento, para junto da posição do navio à deriva.
“Ao chegar ao local (…) desenvolvendo as ações necessárias para apoiar o petroleiro, nomeadamente contacto com o navio, monitorização da navegação na área e preservação da segurança de todos os navios nas proximidades” e o reboque do navio, com 28 tripulantes, iniciou-se na quinta-feira.
As autoridades estimam que os arranjos terminem “no final desta semana”.
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Viana do Castelo vai receber, no próximo 19 de fevereiro, uma sessão do ciclo nacional “Tratar o Cancro por Tu”, iniciativa do IPATIMUP – Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto que pretende aproximar cientistas e cidadãos e esclarecer mitos sobre o cancro, uma doença que hoje é cada vez mais controlável. Segundo o investigador Manuel Sobrinho Simões, dois terços das pessoas diagnosticadas com cancro já não morrem da doença.
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Monção volta a afirmar-se como destino gastronómico de referência com a realização da 4.ª edição do “Bacalhau à Monção”, nos dias 24 e 25 de janeiro, iniciativa que conta com a participação de 15 restaurantes do concelho.