O navio-museu Gil Eannes, atracado na doca comercial de Viana do Castelo, volta, esta quarta-feira ao cais do Bugio, nos estaleiros navais da cidade, que o construíram em 1955, para manutenção do casco e dos mastros.

João Lomba da Costa, da Fundação Gil Eannes, entidade que gere o navio-museu, adiantou que a intervenção, com uma duração prevista de três semanas, tem orçamento estimado entre os 100 e os 150 mil euros.
O responsável adiantou que o investimento vai ser suportado pelas receitas geradas com as visitas ao navio-museu e destacou que “muito trabalho é ‘pro bono’”, disponibilizado pelos parceiros da fundação.
A viagem entre a doca comercial e o cais do Bugio, nos extintos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), subconcessionados ao grupo Martifer desde 2014, teve início esta quarta-feira, às 07:00.
Em janeiro de 2023, aquando das celebrações dos 25 anos do regresso a Viana do Castelo, depois de ter sido resgatado da sucata, o navio-museu Gil Eannes tinha recebido mais de 1,2 milhões de visitas.
O comandante Lomba da Costa adiantou que a terceira intervenção no navio, desde 1997, “vai incidir na limpeza, manutenção e pintura do casco, dos mastros e de outras áreas que não podem ser intervencionadas na doca comercial”.
“Os estaleiros têm meios de elevação para a realização dos trabalhos difíceis que exigem regras de segurança muito apertadas e o local ideal é nos estaleiros onde foi construído”, especificou.
A operação de manutenção, realizada de 10 em 10 anos, pretende responder “às exigências legais, em termos de certificados, entre outros de segurança”.
“Depois a Autoridade Marítima Nacional (AMN) fará a inspeção para emitir novos certificados”, apontou.
A 15.ª construção dos extintos ENVC “começou em dezembro de 1952, a flutuação em março de 1995 e a entrega ao armador no dia 03 de maio, tendo um custo de 32.768 contos, mais 8.322 contos do que o montante que constava do contrato inicial”.
Em 1955, quando integrou a frota bacalhoeira, prestava assistência a 70 navios e a cerca de 4.900 homens.
O regresso do Gil Eannes à capital do Alto Minho aconteceu a 31 de janeiro de 1997 e abriu portas como navio-museu, gerido pela fundação, de iniciativa municipal, em agosto de 1998.
As visitas ao navio consistem na passagem pela ponte de comando, cozinhas, padaria ou pela casa das máquinas, mas também pelo consultório médico, sala de tratamentos, gabinetes de radiologia e bloco operatório.
A bordo existe ainda um simulador que permite navegar, virtualmente, a saída da barra de Viana do Castelo.
O navio está ainda dotado de um percurso museológico e interpretativo sobre a cultura marítima de Viana do Castelo e de um Centro de Documentação Marítima.
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