A música e as canções de António Zambujo, Samuel Úria e Augusto Canário assim como as palavras e o encontro dos escritores Lídia Jorge, Manuel Alegre, João Melo, Mário Cláudio e Carlos Vale Ferraz são algumas das iniciativas que marcam Abril, mês da liberdade, em Paredes de Coura.

No dia 22, pelas 21h30, António Zambujo apresenta-se no Centro Cultural não só com ‘Voz e Violão”, álbum de 2021 em que o músico alentejano se inspira no trabalho quase homónimo de João Gilberto, mas acompanhado do coro Couravoce, que trará uma outra roupagem às composições envolventes do criador de “Pica do 7”.

Na noite de 24, Samuel Úria far-se-á acompanhar de Jónatas Pires (guitarra elétrica e acústica, harmónio indiano, voz), Silas Ferreira (teclados, sampler, percussão, oboé, voz), António Quintino (baixo, voz) e Tiago Ramos (bateria, glockenspiel, voz) e vai privilegiar o álbum ‘Canções do Pós-Guerra’, que não tem nada de bélico.

Temas como “Fica Aquém”, “O Muro”, “A Contenção” ou “Aos Pós” são incontornáveis do trovador das patilhas, bem como “Lenço Enxuto”, “É preciso que eu diminua”, “Fusão” ou “Teimoso” que atravessam o percurso de Samuel Úria.
A celebração da Liberdade começa antes, no dia 12, na Biblioteca Aquilino Ribeiro, com as “Rimas de Abril”. Nesta iniciativa dirigida ao público sénior, e abrangendo o período da manhã e da tarde, o popular músico alto-minhoto Augusto Canário vai confraternizar e cantar para os utentes de Lares, Centro de Dia e Centro de Atividades Ocupacionais do concelho.

Também a conferência com Lídia Jorge, Manuel Alegre, João Melo, Mário Cláudio e Carlos Vale Ferraz, moderada por José Alberto Pinheiro, e inserida no ciclo “Memórias da Guerra em África”, reúne todos estes escritores na tarde de 22 de abril no Centro Cultural.

Promovido pelo Centro Mário Cláudio, o ciclo “A Guerra em África” tem trazido desde o ano passado a Paredes de Coura exposições, debates e exibições, tendo por referência os conflitos que se travaram nas três frentes, Guiné, Angola e Moçambique.
Esta conferência com escritores que estiveram na guerra, mas também os debates com historiadores de vários quadrantes políticos, um ciclo de cinema, além de sessões de leitura de textos e de troca de opiniões, bem como as exposições e acervo documental facultado pelas gentes de Paredes de Coura e que se encontra patente no Centro Mário Cláudio, em Venade, foram pensados como pretexto de reflexão e relembrança, e de respeitosa homenagem à memória de quem morreu e sofreu.
A petição que contesta a interrupção da iluminação pública entre as 03h00 e as 05h00 em Viana do Castelo ultrapassou as mil assinaturas, segundo o promotor da iniciativa, Ricardo Luis. As assinaturas foram enviadas à Câmara Municipal, juntamente com um pedido de audiência ao presidente do Município.
O CHEGA de Viana do Castelo considera “irrealista e irresponsável” a proposta do PSD para construir um novo hospital na cidade. O partido defende que a prioridade deve ser a requalificação, modernização e eventual expansão do Hospital de Santa Luzia.
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O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.
Alunos dos cursos profissionais de Técnico de Multimédia e de Sistemas de Informação e Redes da Escola Secundária de Monserrate participaram, na sexta-feira, 25 de setembro, numa caminhada de integração até ao Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
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