Portugal registou 124.755 óbitos no ano passado, dos quais 6.822 foram por Covid-19, o que corresponde a 5,5% do total, segundo os dados preliminares das Estatísticas Vitais, relativos a dezembro, publicados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Ao todo, houve menos 430 mortes (-0,3%) do que em 2021, mas mais 1.035 (+0,8) do que em 2020, o primeiro ano de pandemia, e mais 12.412 (+11%) relativamente a 2019.
Embora nos primeiros dois meses de 2022 se tenha observado uma “acentuada redução da mortalidade” na comparação com os mesmos meses de 2021, o total de óbitos registados no ano passado foi apenas “ligeiramente inferior” a 2021, o que se deveu, particularmente, ao aumento da mortalidade entre março e julho.
No último mês de 2022, morreram 12.244 pessoas, mais 772 óbitos face a dezembro de 2021, ou seja, a mortalidade aumentou em 6,7%. Mas, de acordo com o gabinete estatístico, o aumento foi ainda maior na variação em cadeia, ao registarem-se mais 2.047 mortes (+20,1%) em relação a novembro. Só na última semana do ano, houve 2.669 óbitos, um valor que superou a média de 2015-2019.
Simultaneamente, em dezembro, o número de óbitos por Covid-19 subiu para 278, representando 2,3% do total e mais 51 comparativamente ao mês anterior. Face a dezembro de 2021, verificou-se uma diminuição de 241 mortes causadas pelo coronavírus, isto é, uma redução de 46,4%.
O INE dá também conta de que o número de nados-vivos teve um aumento homólogo de 9,1% no penúltimo mês do ano, tendo sido registados 7.164 nascimentos. Entre janeiro e novembro de 2022, o total de nados-vivos foi de 76.269, números que superam em 4,7% aqueles que se verificaram no mesmo período do ano anterior (72.869).
Ainda assim, o saldo natural (ou seja, diferença entre o número de nados-vivos e o número de óbitos) em novembro foi -3.017, embora represente um desagravamento face ao valor registado no mês homólogo de 2021 (-3.813).
Nos primeiros onze meses de 2022, o valor acumulado do saldo natural foi -35.999, apresentando um desagravamento relativamente ao valor observado no mesmo período do ano anterior (-40.701), mas um agravamento quando comparado com o período homólogo de 2019 (22.204) e de 2020 (-32.180).
Quanto ao número de casamentos celebrados em novembro, que totalizaram 1.968, verifica-se um aumento de 20,9% face ao mês homólogo de 2021, isto é, mais 340 casamentos.
Além disso, observa-se um crescimento nos casamentos também nos primeiros onze meses do ano passado. No total de janeiro a novembro, foram celebrados 34.685 casamentos, mais 7.738 (+28,7%) do que no período homólogo de 2021 e, respetivamente, mais 3.400 (+10,9%) e mais 17.282 (+99,3%) do que nos mesmos meses de 2019 e 2020.
Uma raposa-vermelha, que terá sido vítima de atropelamento, foi resgatada pela GNR em Refoios do Lima, no concelho de Ponte de Lima, no dia 28 de setembro.
A PSP deteve, na manhã de quinta-feira, 1 de outubro, em Darque, Viana do Castelo, um homem de 20 anos por suspeitas de posse de arma proibida e de estupefacientes.
Vila Nova de Cerveira assinalou esta quinta-feira o Dia do Município com a atribuição de Medalhas Municipais a personalidades, instituições e trabalhadores da autarquia. A cerimónia, realizada no Cineteatro de Cerveira, celebrou os 705 anos da atribuição da Carta de Foral pelo rei D. Dinis.
A Corrida da Ponte, organizada pelo Clube de Atletismo Olímpico Vianense (CAOV), regressa às ruas de Viana do Castelo no dia 11 de outubro. A prova principal, de 10 quilómetros, começa às 10h45 e inclui duas travessias da Ponte Eiffel.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo, a Universidade Politécnica de Viana do Castelo e António Sampaio da Nóvoa assinaram, esta sexta-feira, um protocolo de cooperação para a criação e instalação do Centro “Futuros da Educação – António Sampaio da Nóvoa” na cidade. O projeto prevê a doação da biblioteca pessoal e do espólio do professor universitário nas áreas da educação, ciência e cultura.
A Águas do Alto Minho (AdAM) registou um indicador de 99,32% de água segura, acima dos 98,84% da média nacional, segundo os dados do Relatório Anual dos Serviços de Águas e Resíduos (RASARP), divulgado pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).
As praias de Viana do Castelo vão acolher uma experiência científica para estudar o impacto de herbívoros marinhos, como lapas e caracóis-marinhos, no crescimento e na sobrevivência das algas. O trabalho será também realizado em Espanha e na Noruega, permitindo comparar resultados em diferentes latitudes.