O presidente do PSD anunciou que vai recandidatar-se à liderança do partido no próximo ano, independentemente do resultado das eleições europeias de junho de 2024, considerando que há "muito tempo para subir nas sondagens".
Em entrevista à TVI/CNN, Luís Montenegro repetiu que pretende ganhar as europeias, mas sublinhou que se candidatou à liderança do partido para “ganhar o país”, dando vários exemplos de líderes partidários que perderam europeias e depois venceram legislativas.
“Eu vou recandidatar-me nas próximas eleições dentro do PSD após as europeias, vou recandidatar-me porque faço uma avaliação muito positiva do que temos vindo a fazer. Estou tranquilo, acho que temos muito tempo para crescer nas sondagens. Muitos dos que estiveram sentados nesta cadeira antes de mim tiveram o mesmo problema, uns chegaram ao Governo, outros não”, disse.
Questionado se já escolheu o cabeça de lista do PSD às europeias, Montenegro admitiu que já tem esse nome na cabeça, mas não o revelou, remetendo esse anúncio para o início do próximo ano.
As eleições europeias estão marcadas para 09 de junho de 2024 e o mandato de Luís Montenegro terminará em julho, com as eleições internas a realizaram-se, provavelmente, após o verão do próximo ano.
Na entrevista, o presidente do PSD foi confrontado com resultados de sondagens recentes que colocam o partido em situação de empate técnico com o PS (atrás dos socialistas) e disse não ficar nem eufórico quando são boas, nem deprimido quando são menos boas, considerando que as principal mensagem destes estudos são “o desgaste enorme do Governo” e a “deceção de quem votou no PS” em janeiro de 2020.
“É tão normal haver deceção com a falta de resultados como é normal que os portugueses ainda tenham dúvidas relativamente à alternativa política”, considerou, salientando que está há pouco mais de um ano na presidência do PSD.
Montenegro rejeitou a conclusão de que não está a conseguir afirmar-se como líder da oposição, contrapondo que “é preciso tempo, consistência e solidez” para reconquistar os eleitores do PSD.
Ainda sobre as eleições europeias, prometeu “apresentar boas ideias e bons candidatos”, mas considerou que a avaliação do seu mandato tem de ter por base mais do que esse sufrágio e deve incluir “a apresentação de alternativas políticas” e a mobilização do partido.
“Tudo isso está a dar ao PSD uma possibilidade de poder vir a afirmar-se como alternativa política geradora de uma maioria parlamentar”, disse.
Luís Montenegro lembrou que em 2009 o PSD ganhou europeias e depois perdeu legislativas e, ao contrário, em 2014 perdeu as primeiras e venceu as segundas um ano depois.
“Não é necessário que um resultado menos bom aqui corresponda a um resultado menos bom acolá. Quero e vamos ganhar as europeias, mas eu estou focado em ganhar as legislativas. Eu vim para presidente do PSD não foi para ganhar europeias — também foi -, mas foi sobretudo para ganhar o país”, insistiu.
Questionado se ficou envergonhado com o acordo celebrado entre o PSD-Madeira e o PAN naquele arquipélago, o líder do PSD voltou a recusar que uma vitória de 43% ou o acordo celebrado — de que disse ter tido “conhecimento” – possa envergonhar os sociais-democratas.
De 27 a 29 de março, Viana do Castelo celebra mais uma edição do Fim-de-Semana Gastronómico, iniciativa organizada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo e pela Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal. O evento coloca a gastronomia local no centro das atenções, com destaque para o tradicional Bacalhau à Viana.
O Comando Distrital de Viana do Castelo da PSP anunciou duas detenções no âmbito da prevenção e combate à criminalidade, realizadas entre os dias 15 e 22 de março.
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Seis meses após o arranque da operação TUViana – Transportes Urbanos de Viana, o presidente da Câmara Municipal, Luís Nobre, qualificou o projeto como “absolutamente positivo” e anunciou a aquisição de três novos autocarros de médio/midi para reforçar o serviço. O investimento municipal ascende a 750 mil euros.
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