O Programa de Voluntariado de Apoio ao Estudo “Raiz Quadrada”, iniciado no ano letivo anterior, com continuidade no atual, foi distinguido como “Medida Inovadora 2024”, no âmbito da educação, pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis.

O diploma foi entregue ao Vice-Presidente da CMM, João Oliveira, no auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra. Ontem, registamos o momento com a presença de três das quatro voluntárias, docentes aposentadas: Maria da Nazaré Dias, Maria Cremilde Simões e Lídia Pinheiro. Maria Luísa Domingues não pode estar presente.
António Barbosa enalteceu o gesto e a recetividade das professoras voluntárias, agradecendo-lhes a sua total disponibilidade para a concretização do programa. “O vosso conhecimento, experiência e orientação são fundamentais para auxiliar as crianças abrangidas pelo programa” disse.
Reafirmou que a política integrada de apoio familiar promovida pela autarquia monçanense, com reconhecimento nacional, através de várias distinções e prémios, só é possível com a colaboração e o envolvimento das instituições locais e a sociedade civil.
Destinando-se a alunos do 1º ao 6º ano com dificuldades de aprendizagem, oriundos de famílias com insuficiência económica, o programa “Raiz Quadrada” tem como finalidade contribuir para a aquisição e desenvolvimento de competências escolares.
Procura, igualmente, potenciar o processo de aprendizagem das crianças com recurso à consolidação de conhecimentos e métodos de trabalho. O programa é apoiado pela União de Freguesias de Monção e Troviscoso, disponibilizando um espaço na sede da freguesia da vila.
Município amigo das famílias
No presente ano, o Município de Monção foi distinguido, pelo quinto ano consecutivo, como município amigo das famílias pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis, reconhecimento nacional revelador do trabalho da autarquia local na implementação e desenvolvimento de medidas e ações em matéria de política familiar.
A distinção resulta da estratégia do município na defesa e valorização da família, um trabalho feito em parceria com os organismos estatais, as instituições sociais e a sociedade civil, assegurando condições efetivas para garantir conforto, bem-estar e qualidade de vida aos naturais e residentes em Monção.
Refira-se que, em 2020, Monção foi o primeiro município do distrito de Viana do Castelo a receber este honroso reconhecimento público. Em 2022, recebeu a bandeira palma, correspondente a três distinções consecutivas.
A organização da Romaria d’Agonia suspendeu temporariamente o processo de inscrições para o Desfile da Mordomia, após detetar um número considerado anormal de acessos à plataforma digital.
O Santa Luzia FC vai avançar com a organização da primeira edição do 24 Horas Futsal – Summer Edition 2026, uma nova competição de verão que pretende afirmar-se como referência no calendário do futsal regional e atrair equipas de diferentes pontos do país e da Galiza.
O Município de Ponte de Lima está a reforçar a sua intervenção social com a implementação do projeto “Projetos Inovadores para a Inclusão Ativa – Ponte de Lima 2030”, uma iniciativa que aposta na proximidade para apoiar cidadãos em situação de maior vulnerabilidade.
A Comunidade de Energia Renovável de Caminha (CERCAMINHA) vai avançar com cinco freguesias e prevê, no futuro, abrir-se à participação de munícipes, empresas e outras entidades locais, anunciou a Câmara Municipal.
Vila Nova de Cerveira encerra o exercício financeiro de 2025 com resultados positivos e uma execução orçamental que o executivo municipal considera demonstrativa de “solidez e visão estratégica” na gestão autárquica.
A Assembleia Municipal de Paredes de Coura aprovou, por maioria expressiva, os documentos de Prestação de Contas da Câmara Municipal relativos a 2025, ano em que a receita fiscal ultrapassou os 100% de execução.
A associação ambientalista Quercus manifestou preocupação com o atraso na disponibilização dos apoios financeiros destinados à limpeza de terrenos nos concelhos afetados pela tempestade Kristin. A cerca de dois meses do fim do prazo legal, fixado em 30 de junho, a organização questiona o Governo sobre a ausência dos vales prometidos, no valor entre 1000 e 1500 euros por hectare.