A ministra do Trabalho disse no parlamento, que as mudanças que defende são no subsídio social de desemprego, mas admitiu que também mudanças no subsídio de desemprego poderão acontecer após discussão em concertação social.

Na audição na comissão parlamentar do Trabalho, a governante disse que nas suas declarações passadas que foram polémicas nunca defendeu alterações no subsídio de desemprego, mas no subsídio social de desemprego, acrescentando que o objetivo é “tentar evitar que seja mais atrativo para pessoas que beneficiam de prestações sociais, nomeadamente do regime não contributivo, ficar em casa em vez de trabalhar”.
Ainda assim, Maria do Rosário Palma Ramalho admitiu que mudanças no subsídio de desemprego podem vir a acontecer, após serem discutidas em concertação, referindo que nomeadamente patrões têm queixas devido a falta de trabalhadores.
“Foi empolado que vai haver grandes mexidas, se calhar vai haver algumas, mas não grandes”, afirmou, acrescentando que o Governo não discutirá qualquer tema só com patronato, mas também com sindicatos.
A ministra disse ainda que as suas declarações não colidem com as do primeiro-ministro, Luís Montenegro.
“Nada está fechado em concertação social, não antecipo coisa nenhuma, qualquer matéria que qualquer parceiro queira discutir será discutida. O que o senhor primeiro-ministro disse é que não há nenhuma iniciativa do Governo para o fazer [mexer no subsídio de desemprego], mas essa é uma questão que pode ser discutida e sair daí acordo, como seja em que matéria for”, vincou.
Ainda na mesma audição, a ministra disse que na “revisitação” do Código de Trabalho que quer fazer em concertação social várias normas serão discutidas e poderão ser alteradas, incluindo a presunção de laboralidade dos trabalhadores das plataformas e a reposição do banco de horas individual, temas caros aos partidos mais à esquerda no parlamento.
“Revisitar o Código de Trabalho é isso. Parceiros sociais vão falar com o Governo, se querem manter, se querem revogar esta ou aquela norma, se querem substituir. Suprimir a presunção de laboralidade dos trabalhadores de plataformas ou repor banco de horas individual depende do consenso a que se chegue”, afirmou.
Segundo a ministra, o Código de Trabalho ainda se baseia sobretudo na relação de trabalho tradicional, considerando que a “questão é saber se parceiros querem agilizar ou alterar alguma coisa aí”, incluindo referente às novas formas de trabalho, pois — afirmou – mesmo aí “se tentou mimetizar uma relação de trabalho presencial, fabril”.
Uma raposa-vermelha, que terá sido vítima de atropelamento, foi resgatada pela GNR em Refoios do Lima, no concelho de Ponte de Lima, no dia 28 de setembro.
A PSP deteve, na manhã de quinta-feira, 1 de outubro, em Darque, Viana do Castelo, um homem de 20 anos por suspeitas de posse de arma proibida e de estupefacientes.
Vila Nova de Cerveira assinalou esta quinta-feira o Dia do Município com a atribuição de Medalhas Municipais a personalidades, instituições e trabalhadores da autarquia. A cerimónia, realizada no Cineteatro de Cerveira, celebrou os 705 anos da atribuição da Carta de Foral pelo rei D. Dinis.
A Corrida da Ponte, organizada pelo Clube de Atletismo Olímpico Vianense (CAOV), regressa às ruas de Viana do Castelo no dia 11 de outubro. A prova principal, de 10 quilómetros, começa às 10h45 e inclui duas travessias da Ponte Eiffel.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo, a Universidade Politécnica de Viana do Castelo e António Sampaio da Nóvoa assinaram, esta sexta-feira, um protocolo de cooperação para a criação e instalação do Centro “Futuros da Educação – António Sampaio da Nóvoa” na cidade. O projeto prevê a doação da biblioteca pessoal e do espólio do professor universitário nas áreas da educação, ciência e cultura.
A Águas do Alto Minho (AdAM) registou um indicador de 99,32% de água segura, acima dos 98,84% da média nacional, segundo os dados do Relatório Anual dos Serviços de Águas e Resíduos (RASARP), divulgado pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).
As praias de Viana do Castelo vão acolher uma experiência científica para estudar o impacto de herbívoros marinhos, como lapas e caracóis-marinhos, no crescimento e na sobrevivência das algas. O trabalho será também realizado em Espanha e na Noruega, permitindo comparar resultados em diferentes latitudes.