O Ministério da Saúde anunciou a abertura de 322 vagas com incentivos para fixar mais médicos nas zonas consideradas carenciadas, representando um aumento de 47 vagas em relação ao último ano.

De acordo com um despacho do Governo publicado hoje em Diário da República, a medida visa “reduzir as assimetrias que existem nas diferentes regiões, como as zonas periféricas e as zonas de maior pressão demográfica, que demonstram uma maior dificuldade na atração de novos profissionais”.
“Esta medida específica, que permite dar incentivos a quem se fixar em zonas carenciadas, contribui para a garantia do direito constitucionalmente consagrado de proteção à saúde, independentemente da condição social, económica e local de residência de cada cidadão”, sustenta.
A tutela abriu 18 vagas para a unidade local de saúde (ULS) do Arco Ribeirinho e do Estuário do Tejo, 17 vagas para a ULS de Leiria e do Oeste e 16 vagas para a ULS da Arrábida, da Lezíria, do Seixal, de Castelo Branco, de Loures-Odivelas, do Baixo Alentejo, do Litoral Alentejano e do Médio Tejo.
Na ULS da Cova da Beira, do Algarve e do Alto Alentejo foram abertas 15 vagas, na ULS da Guarda 11, na ULS de Trás-os-Montes e Alto Douro, de Viseu Dão-Lafões, do Alentejo Central e do Nordeste 10, na ULS de Amadora/Sintra e de São José oito, seis na ULS de Santa Maria, cinco na ULS de Lisboa Ocidental e uma ba ULS do Baixo Mondego.
Segundo o Governo, a abertura de mais de 300 vagas possibilitará “uma maior equidade no acesso aos cuidados de saúde médicos, minimizando as assimetrias regionais que possam persistir, sobretudo em zonas mais periféricas ou de maior pressão demográfica”.
Considerando dar continuidade à política de contratação, retenção e valorização de recursos humanos do Serviço Nacional de Saúde (SNS), o Governo lembra que este trabalho de planeamento resulta “de uma reforma mais ampla” da organização das ULS.
“Este modelo fortalece também o trabalho com os diferentes parceiros locais, nomeadamente a participação dos municípios no planeamento, organização e gestão do funcionamento da resposta em saúde à população de determinada área geográfica, potenciando a proximidade e a gestão em rede”, sublinha.
Segundo a tutela, a definição de zonas consideradas carenciadas assenta na percentagem do produto interno bruto (PIB) ‘per capita’, no número de trabalhadores médicos em função da densidade populacional abrangida pelo serviço ou estabelecimento de saúde e sua comparação com outros estabelecimentos do mesmo grupo, nos níveis de desempenho e, entre outras, na distância geográfica.
O Lar de Santa Teresa apresentou esta terça-feira o programa oficial das comemorações dos seus 150 anos de existência, dando início a um conjunto de iniciativas que se prolongarão até 2027 e que pretendem assinalar a longa história da instituição no apoio social em Viana do Castelo.
A Direção-Geral da Autoridade Marítima (DGAM) e o Município de Caminha assinaram esta terça-feira um protocolo que formaliza a construção da futura Estação Salva-vidas de Caminha, reforçando a capacidade de resposta operacional no litoral do concelho.
A Escola Superior de Saúde do Politécnico de Viana do Castelo (ESS-IPVC) celebrou esta terça-feira o seu 53.º aniversário com uma sessão solene marcada pela reflexão sobre o futuro da formação em saúde, da educação e do ensino superior.
A edição 2026 da Romaria d’Agonia dá mais um passo rumo ao arranque das festividades com a apresentação oficial do cartaz deste ano, marcada para o próximo sábado, 30 de maio, às 10h00, na Praça da República, em Viana do Castelo.
O Sport Clube Vianense entra na última jornada da fase decisiva ainda com hipóteses de subir de divisão, mas já sem depender apenas de si próprio para garantir um dos dois lugares de promoção.
A Águas do Alto Minho iniciou um conjunto de obras de reforço e modernização dos sistemas de abastecimento de água nos concelhos de Ponte de Lima e Arcos de Valdevez, num investimento global de cerca de três milhões de euros.
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