Entre os dias 7 e 9 de outubro, a Praça da República e a Porta Mexia Galvão são palco do evento “Doces do Minho”, que traz a Viana do Castelo a doçaria típica de 24 municípios.
Viana do Castelo vai, assim, ser palco de uma iniciativa que conjuga a tradição, o glamour, a variedade e a qualidade que a oferta do ‘doce minhoto’ sabe ter, não descuidando a exposição e promoção da cidade anfitriã aos que a visitam, tendo como slogan “Experimentar com a alma, provar com o coração”.
Em conferência de imprensa de apresentação do evento, o Vice-Presidente e Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Manuel Vitorino, afirmou que este “alinhamento estratégico” permite à gastronomia do Minho “alcançar escala” já que “é um momento de afirmação de um recurso importante, afirmando a riqueza gastronómica dos diversos municípios”.
O Presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, Luís Pedro Martins, considerou que este é um evento “transversal ao território, unindo 24 municípios e 3 CIM’s”, correspondendo a uma “visão conjunta” para “ajudar a promover o território, ganhando escala”.
Já a representante do consórcio, Marta Coutada, garantiu que “a promoção dos produtos endógenos da sub-região Minho” é o objetivo central desta iniciativa que visa “promover a gastronomia do Minho em toda a sua riqueza e diversidade”.
Ao longo dos três dias, a Praça da República vai acolher um Mercado, num espaço destinado a exposição, degustação e venda dos doces tradicionais. Estará disponível um Palco na Praça que, ao longo do evento, vai receber jovens bandas musicais, grupos de dança e DJs. A Porta Mexia Galvão vai receber ‘showcookings’, em espaços que pretendem apresentar aos participantes a pastelaria tradicional e suas as técnicas, respeitando as regras de qualidade, de higiene e de segurança alimentar e o valor da certificação dos doces tradicionais.
O evento integra igualmente a iniciativa “Moinho dos Petiscos”, dia 8 de outubro, no Moinho de Carreço, atividade que tem como objetivo mostrar o processo tradicional da moagem do grão até ser obtida a farinha, destacando este produto importante na confeção dos doces tradicionais.
Estará ainda disponível Animação de Rua e atividades para os mais pequenos sempre sobre o tema pastelaria e doces tradicionais.
Depois, dias 21, 22 e 23 de outubro, será a vez de Braga acolher o evento Minho Gastronómico, tendo como destaque o Peixe. A iniciativa encerra em Guimarães a 4, 5 e 6 de novembro, incidindo na Carne e Caldos.
A freguesia de Santa Marta de Portuzelo, no concelho de Viana do Castelo, mobilizou-se para apoiar as populações afetadas pela depressão Kristin. Um empresário local doou material e garantiu o transporte para as zonas mais atingidas.
As obras na Ponte Eiffel, em Viana do Castelo, vão estar suspensas a partir da noite desta quinta-feira, informou a Infraestruturas de Portugal. Com esta interrupção temporária dos trabalhos, não será efetuado o previsto corte de trânsito na travessia.
O Centro de Estudos Regionais (CER) promove, no próximo dia 19 de fevereiro, quinta-feira, a sexta conversa da 3.ª temporada do ciclo EntardeCER. A iniciativa terá lugar no AP Dona Aninhas – Boutique Hotel, em Viana do Castelo, parceiro do projeto, com início marcado para as 17h30.
Valença recebe este sábado, dia 14 de fevereiro, a sessão de sensibilização ambiental “Plantas Invasoras”, às 9h30, nas instalações da CIM Alto Minho, na avenida Miguel Dantas.
Uma tentativa de assalto à Capela de Nossa Senhora da Graça, localizada na Rua João Costa e Silva, em Lanhelas, provocou danos materiais ao edifício durante a tarde desta quinta-feira, confirmou a Junta de Freguesia.
A Serra d’Arga, no Alto Minho, passa a beneficiar, a partir de hoje, de um regime jurídico de proteção ambiental como Zona de Especial Conservação (ZEC), após a conclusão do processo de classificação iniciado em 2017. A medida está publicada no Diário da República através do decreto-lei 36/2026.
Deputados do Partido Socialista alertam para o risco iminente de queda de árvores na freguesia de Lanhelas, concelho de Caminha, e exigem uma intervenção imediata da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).