O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, garantiu que o novo mercado municipal vai ser construído no local onde, em maio 2022, desapareceu o prédio Coutinho. No entanto, apenas quando o município tiver assegurado financiamento do Portugal 2030.

“É preciso tranquilidade, que o mercado vai ser feito. Nunca foi escondido que, face ao custo da operação, o município tinha de promover ações para apresentar o projeto aos fundos comunitários”, afirmou Luís Nobre.
O autarca socialista, que respondia a uma interpelação do vereador do PSD Eduardo Teixeira, disse que há ‘timings’ para apresentar a candidatura aos fundos comunitários. “O atual quadro comunitário já fechou. Há o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) que não é para este tipo de ações e, há um novo quadro comunitário que ainda começou a ser aplicado”, sublinhou Luís Nobre.
O vereador do PSD pediu ao presidente da Câmara um ponto de situação sobre o projeto, uma vez que passou um ano após a conclusão da desconstrução do prédio Coutinho e, no local, “há um buraco fechado, a necessitar de intervenção rápida”. “A desconstrução foi feita à pressa e agora há um local fechado que é preciso devolver aos vianenses e à economia local”, alertou Eduardo Teixeira.
Luís Nobre referiu que a desconstrução do imóvel “não foi feita à pressa”, até demorou mais de duas décadas a arrancar devido aos processos judiciais movidos pelos moradores. O presidente da Câmara de Viana salientou que é preciso “aguardar” e referiu que o município está a “aproveitar o interregno da falta de oportunidade de candidatura para reinterpretar o projeto do futuro mercado municipal”. “O mercado vai ser construído. Esperamos tanto tempo pela desconstrução do prédio Coutinho. Agora, atendendo ao volume de investimento vamos ter de esperar até abrirem as candidaturas aos fundos comunitários”, reforçou.
A desconstrução do prédio Coutinho, de 13 andares, prevista desde 2000, ao abrigo do programa Polis, começou em fevereiro de 2022. Em junho, os 42 metros de altura do complexo do prédio Coutinho, nome do empreiteiro que o construiu e com o qual foi batizado localmente, desapareceram da frente ribeirinha da cidade.
Construídos no início da década de 70 do século passado, os 105 apartamentos existentes nas duas torres, nascente e poente, foram demolidos por uma máquina giratória, com um braço que atinge 40 metros de altura, depois de mais de duas décadas de avanços e recuos motivados pela batalha judicial levada a cabo pelos moradores.
Foi concluída a empreitada de melhoria da iluminação do campo de jogos e da pista de atletismo e de proteção contra descargas atmosféricas do Estádio Municipal Manuela Machado, em Viana do Castelo. A intervenção representou um investimento municipal de 164.700 euros.
Darque e Afife recebem hoje e amanhã, dias 16 e 17 de outubro, dois espetáculos integrados no ciclo da Platea — Plataforma de Teatro Amador do Alto Minho, que prossegue a sua programação no concelho de Viana do Castelo.
Viana do Castelo acolhe, até ao próximo domingo, 18 de outubro, a Exposição Filatélica Nacional, que reúne expositores portugueses e coleções de valor histórico, documental e cultural.
A exposição «Viana à Mesa: 1920–1970», promovida pela Ephemera, está patente até 31 de outubro nos antigos Paços do Concelho, em Viana do Castelo. A mostra propõe uma viagem por cinquenta anos de hábitos alimentares, práticas culinárias e formas de convívio.
O Trilho Caminho dos Mortos, em Merufe, recebe este domingo, 18 de outubro, uma caminhada de cerca de 13 quilómetros, integrada no projeto «Descobrir Monção a Caminhar 2026». A iniciativa tem um custo de três euros por participante, com a receita a reverter a favor da Associação Mão de Mimos.
O VII Torneio Zé Natário – Cidade de Viana do Castelo, em hóquei em patins, começa hoje, no Pavilhão José Natário, com a participação da Juventude Viana, FC Porto, UD Oliveirense e AA Espinho. A competição prolonga-se até amanhã e integra as comemorações dos 50 anos do clube vianense.
Acompanhar pessoas mais velhas e proporcionar atividades adaptadas às suas necessidades é a proposta da Presença Amiga, um projeto fundado pela técnica de Animação Sociocultural Carolina Brito, com intervenção nos concelhos de Viana do Castelo, Caminha, Ponte de Lima e Esposende.