D. João Lavrador, Bispo de Viana do Castelo, reagiu à morte do Papa Francisco, com mensagem muito sentida.

Caros Diocesanos,
Queridas irmãs e irmãos,
A notícia que nos acordou estremece-nos: faleceu o Papa Francisco. Relata o Evangelho de hoje que Maria Madalena e a outra Maria, tendo ido ao sepulcro, se afastavam a toda a pressa, “cheias de temor e de grande alegria”. De facto, no coração da Páscoa existe, em simultâneo, tristeza e alegria, trauma e esperança, medo e entrega. E, assim, está, também, o nosso coração. E tudo o que dele nasce, neste momento, só se pode resumir em três palavras: Obrigado Santo Padre! Obrigado pelas periferias! Obrigado pelo sorriso! Obrigado pelas vezes em que nos visitou! Obrigado por nos recordar que o mundo é uma casa comum, e não um campo de batalha! Obrigado, pelos alertas de que a “a cultura do bem-estar” nos faz viver “em bolhas de sabão”! Obrigado, por nos ensinar que perdoar é decidir “não continuar a injetar na sociedade a energia da vingança”! Obrigado por nos relembrar que “se o direito de cada um não está ordenado para o bem maior”, este acaba por se “tornar fonte de conitos e violência”! Obrigado por abrir caminhos, pela Sinodalidade, pela fraternidade! Obrigado pelas vezes que nos reconciliou uns com os outros! Obrigado por nos ter pegado pela mão, por nos enviar a escutar o coração dos nossos irmãos, por falar de Jesus como um amigo! Obrigado por “todos, todos, todos”!
Queridas irmãs e irmãos, num mundo que nos parece tão dividido e violento, o Papa Francisco ensinou-nos o poder da fragilidade. Hoje, regressando à casa do Pai, essa fragilidade toma a forma de um abraço. Não só nosso, mas, também, de Deus. O Papa, sabemo-lo bem, não é um simples chefe, nem um mero líder. Não é um pai, nem um irmão. Muito embora o sintamos, tantas vezes, como tal. Não é um presidente, um rei ou um sábio. O Papa é o Papa. E o Papa é o melhor de nós todos. Não deixa heranças. Não deixa legados. Deixa tarefas. Deixa-nos a Igreja. Deixa-nos os conns do mundo.
Durante o seu ponticado, o Papa Francisco convidou-nos a “caminhar juntos”. Também neste momento não podemos fazer de outro modo. Assim sendo, pedia que, em todas e cada um das nossas comunidades, amanhã, pelas 12:00, os sinos tocassem levando até Deus as nossas orações pelo Santo Padre. Mas, de igual forma, queria pedir a participação de “todos, todos, todos”, para a Eucaristia que, no dia 24 de Abril, pelas 18:00, celebrarei na Sé de Viana, em oração pelo nosso querido Papa Francisco.
A sua primeira viagem foi a Lampedusa, para alertar para as “rotas de morte”, e “despertar consciências” para o drama das migrações. A última foi a Prisão Regina Coeli, onde olhou, olhos nos olhos, para aqueles que, tantas e tantas vezes, não têm rosto. Entre Lampedusa e Regina Coeli, ca-nos sorrisos e lagrimas. Que elas possam ser sempre lagrimas e sorrisos pascais.
A Padaria Vianense e a casa de marisco Caramar juntaram-se para criar uma nova iguaria com recheio de marisco, apresentada na Mostra Gastronómica da Ribeira de Viana do Castelo.
A Mordomia em Honra do Senhor dos Aflitos, São Sebastião e Senhora dos Emigrantes foi recebida, esta sexta-feira, na Câmara Municipal de Viana do Castelo, no âmbito da tradicional apresentação de cumprimentos às autoridades locais.
As Festas em Honra de Nossa Senhora de Guadalupe prosseguem este sábado, em Castelo do Neiva, com destaque para a realização do 37.º Cortejo Etnográfico e Arqueológico, marcado para as 17h00.
A Mostra Gastronómica da Ribeira de Viana prossegue este sábado, 29 de agosto, no Largo de Santa Catarina, em Viana do Castelo, com sabores do mar, demonstrações culinárias, animação musical e momentos de convívio.
As Festas em Honra de São Mamede prosseguem este sábado, na freguesia de Areosa, em Viana do Castelo, com atividades equestres, corrida de garranos, gastronomia, humor e vários concertos.
O Pavilhão Municipal José Natário, em Viana do Castelo, recebe hoje, sábado, 29 de agosto, o VIII Torneio de Futsal Feminino Cidade de Viana do Castelo, organizado pelo Santa Luzia Futebol Clube.
A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) lançou um apelo humanitário para apoiar milhares de pessoas afetadas pelas cheias repentinas no norte do Nepal, onde a destruição de habitações, estradas e pontes deixou comunidades isoladas e sem acesso a bens essenciais.