Como já é habitual, o Jardim Público, acolheu este sábado o arranque da Feira de Artesanato da Romaria da Senhora d'Agonia e a exposição fotográfica "O traje na Romaria", que se prolonga até 22 de agosto.

Com um total de 53 expositores, incluindo artesãos que trabalham ao vivo, a feira preenche um corredor natural de 350 metros no Jardim Marginal de Viana do Castelo, com entrada livre.
Também no Jardim, está patente a exposição fotográfica “O Traje na Romaria” que mostra a importância que o traje tem com a sua aplicação Romaria, dando a conhecer os Trajes, o que estes representam, de onde provêm, assim como, em que momentos estes são usados.
“O traje está presente em todos os quadros da Romaria é uma identidade da festa. Esta é uma exposição que para além de mostrar a beleza dos nossos trajes é didática”, destaca a organização.
A primeira Mostra/Feira de Artesanato da Romaria d’Agonia remonta a 1917, na altura organizada pela Cruzada das Mulheres Portuguesas de Viana do Castelo, como a primeira exposição de lavores regionais e tendo conquistado importância como um evento âncora da cidade, com dezenas de artesãos.
“A feira tem vindo a aumentar em oferta e qualidade, sendo uma montra viva do artesanato da região e onde aparecem, anualmente, novas formas de aplicação”, explica António Cruz, da VianaFestas, promotora das
Festas da cidade.
Paralelamente, a mostra digital da Feira de Artesanato das Festas de Nossa Senhora d’Agonia, lançada em 2020, vai continuar disponível na página oficial da Romaria, em www.festasdagonia.com permitirá aos artesãos divulgar os seus produtos, arte e contactos.
No edifício dos Antigos Paços do Concelho, na Praça da República, funciona como Posto de Informação sobre a Romaria d’Agonia, que decorre de 14 a 22 de agosto na cidade. No local é possível encontrar, entre outras informações sobre a festa, uma exposição com as cinco propostas para o cartaz oficial da Romaria d’Agonia deste ano mais votadas pelo júri e os cinco finalistas do Concurso “Des_Romaria”, realizado pela primeira vez.
“O Posto de Informação terá também um reforço na imagem do ‘Somos Todos Romaria’, com novos temas e peças, como vestuário alusivo, canecas, cadernos ou publicações. Será um local de muita interação com quem nos visita e com a população”, sublinha António Cruz.
O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.
Alunos dos cursos profissionais de Técnico de Multimédia e de Sistemas de Informação e Redes da Escola Secundária de Monserrate participaram, na sexta-feira, 25 de setembro, numa caminhada de integração até ao Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
O Observatório Jovem de Valença está a levar às escolas o desafio de envolver os jovens na reflexão sobre o futuro do concelho. Ao longo desta semana, técnicos da área da Juventude estão a percorrer as turmas do ensino secundário do Agrupamento Muralhas do Minho para apresentar o projeto e explicar aos alunos de que forma podem participar.
David Mendes, presidente da Viana Ciclável, parte de Viana do Castelo a 5 de outubro para uma viagem de bicicleta até Antália, na Turquia. Prevê percorrer cerca de 4.700 quilómetros, sozinho e sem apoio motorizado, para chegar a 9 de novembro, dia em que começa a conferência das Nações Unidas sobre as alterações climáticas.
A Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UNIPVC) alcançou o terceiro lugar nacional no UI GreenMetric World University Rankings 2026, com 7912,5 pontos em 10 mil, mais 237,5 pontos do que na edição anterior. A instituição ocupa ainda a 260.ª posição a nível mundial, entre 2016 universidades de 110 países.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou 19 191 ações de fiscalização relacionadas com a proteção e bem-estar animal entre janeiro de 2024 e 31 de agosto de 2026. Durante este período, o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) detetou 982 situações de abandono e 1 668 casos de mortes e maus-tratos a animais.
As doenças cardiovasculares continuam a representar a principal causa de morte em todo o mundo e em Portugal. Todos os anos, mais de 20 milhões de pessoas perdem a vida devido a problemas no coração e na circulação. No entanto, há um dado que a medicina reforça com urgência: cerca de 80% destas mortes precoces poderiam ser evitadas.