A Martifer e a Ocean Winds, empresa detida pela EDP Renováveis e pela Engie, anunciaram uma parceria estratégica para participar no primeiro concurso para parques eólicos 'offshore' em Portugal.

“A Ocean Winds, empresa internacional dedicada à energia eólica offshore, criada como uma ‘joint venture’ 50-50 entre a EDP Renewables e a Engie, e a Martifer Renewables & Energy” fecharam uma “parceria estratégica para participarem conjuntamente no primeiro concurso para parques eólicos offshore em Portugal, que terá lugar este ano”, lê-se na mesma nota.
Segundo as empresas, a colaboração reúne a “experiência internacional da Ocean Winds no desenvolvimento e na operação de parques eólicos ‘offshore’, incluindo o único parque eólico ‘offshore’ flutuante em operação em Portugal, o WindFloat Atlantic”, com o “conhecimento da Martifer Renewables & Energy do mercado português”.
“Ao desenvolverem em conjunto parques eólicos ‘offshore’ flutuantes de última geração, que fornecerão soluções de energia sustentável e limpa, pretendem contribuir significativamente para os objetivos de energia renovável de Portugal de 2 GW [gigawatts] até 2030, alinhados com os Planos Nacionais de Energia e Clima (PNEC) da União Europeia”, indicaram.
Segundo a nota, “a Ocean Winds e a Martifer estão a preparar propostas abrangentes, incluindo com os principais fornecedores e infraestruturas nacionais, alinhadas com os objetivos nacionais para apoiar as metas de transição energética de Portugal”, e esperam “que esta parceria promova o crescimento económico, crie empregos de alta qualidade e traga tecnologias inovadoras para o mercado eólico ‘offshore’ português”.
Num outro comunicado, enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e divulgado hoje, a Martifer detalhou que a sua participação “na parceria é de 10% e está alinhada com o Plano Estratégico em vigor, nomeadamente na ambição de crescimento e criação de valor sustentado e sustentável na área da energia, em negócios que potenciam sinergias” com as restantes áreas de negócio do grupo.
Viana do Castelo vai associar-se, no dia 22 de outubro, ao movimento internacional «Shine Green for Phelan-McDermid Syndrome», com iluminação verde para sensibilizar a população para esta doença genética rara do neurodesenvolvimento.
O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou o pagamento de uma indemnização de 7.150 euros a André Azevedo, antigo jogador da Juventude Viana que perdeu a visão do olho direito depois de ter sido atingido por uma bola durante um jogo de hóquei em patins, em janeiro de 2018. O ex-atleta considera o montante insuficiente face às consequências da lesão.
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