A Martifer e a Ocean Winds, empresa detida pela EDP Renováveis e pela Engie, anunciaram uma parceria estratégica para participar no primeiro concurso para parques eólicos 'offshore' em Portugal.

“A Ocean Winds, empresa internacional dedicada à energia eólica offshore, criada como uma ‘joint venture’ 50-50 entre a EDP Renewables e a Engie, e a Martifer Renewables & Energy” fecharam uma “parceria estratégica para participarem conjuntamente no primeiro concurso para parques eólicos offshore em Portugal, que terá lugar este ano”, lê-se na mesma nota.
Segundo as empresas, a colaboração reúne a “experiência internacional da Ocean Winds no desenvolvimento e na operação de parques eólicos ‘offshore’, incluindo o único parque eólico ‘offshore’ flutuante em operação em Portugal, o WindFloat Atlantic”, com o “conhecimento da Martifer Renewables & Energy do mercado português”.
“Ao desenvolverem em conjunto parques eólicos ‘offshore’ flutuantes de última geração, que fornecerão soluções de energia sustentável e limpa, pretendem contribuir significativamente para os objetivos de energia renovável de Portugal de 2 GW [gigawatts] até 2030, alinhados com os Planos Nacionais de Energia e Clima (PNEC) da União Europeia”, indicaram.
Segundo a nota, “a Ocean Winds e a Martifer estão a preparar propostas abrangentes, incluindo com os principais fornecedores e infraestruturas nacionais, alinhadas com os objetivos nacionais para apoiar as metas de transição energética de Portugal”, e esperam “que esta parceria promova o crescimento económico, crie empregos de alta qualidade e traga tecnologias inovadoras para o mercado eólico ‘offshore’ português”.
Num outro comunicado, enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e divulgado hoje, a Martifer detalhou que a sua participação “na parceria é de 10% e está alinhada com o Plano Estratégico em vigor, nomeadamente na ambição de crescimento e criação de valor sustentado e sustentável na área da energia, em negócios que potenciam sinergias” com as restantes áreas de negócio do grupo.
A petição que contesta a interrupção da iluminação pública entre as 03h00 e as 05h00 em Viana do Castelo ultrapassou as mil assinaturas, segundo o promotor da iniciativa, Ricardo Luis. As assinaturas foram enviadas à Câmara Municipal, juntamente com um pedido de audiência ao presidente do Município.
O CHEGA de Viana do Castelo considera “irrealista e irresponsável” a proposta do PSD para construir um novo hospital na cidade. O partido defende que a prioridade deve ser a requalificação, modernização e eventual expansão do Hospital de Santa Luzia.
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O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.
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O Observatório Jovem de Valença está a levar às escolas o desafio de envolver os jovens na reflexão sobre o futuro do concelho. Ao longo desta semana, técnicos da área da Juventude estão a percorrer as turmas do ensino secundário do Agrupamento Muralhas do Minho para apresentar o projeto e explicar aos alunos de que forma podem participar.
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