O espetáculo Manuela Rey is in da House estreia esta sexta-feira, dia 10 de novembro, às 21h00, na abertura da 7ª edição do Festival de Teatro de Viana do Castelo, no Teatro Municipal Sá de Miranda.

Uma coprodução do Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana com o Centro Dramático Galego, Teatro Nacional São João e o Teatro Nacional D. Maria II, com encenação de Fran Núñez, Manuela Rey is in da Houseconta-nos a história da atriz e escritora, que foi a primeira atriz do primeiro elenco residente do Teatro Nacional D. Maria II.
Manuela Rey, “a mulher lírio” é mais do que uma linha no livro de sepultamentos do cemitério dos Prazeres, em Lisboa. É um mistério que começa em Mondoñedo, numa casa de aldeia, em 1842, e termina no Teatro Nacional Dona Maria II, em Lisboa. De Mondoñedo a Lisboa. Da Galiza a Portugal. 23 anos de vida. 23 anos de teatro. Como reconstruir uma vida onde só temos retalhos soltos e contraditórios?
Manuela Rey é a história esquecida do teatro galego e português. Atriz. Escritora. Neste espetáculo tentamos recuperar o que ficou da sua memória. Porque sem memória não há História.
Um espetáculo com textos de Almeida Garret, Eduardo Augusto Vidal, Ernesto Marecos, Manuela Rey, Paula Ballesteros, Sousa Bastos, Xaquín Núñez Sabarís e elenco, apoio à criação de Neto Portela, música de Xosé Lois Romero, cenografia e figurinos de Pedro Azevedo, desenho de luz de Nuno Meira, apoio ao movimento de Guilherme de Sousa, apoio histórico de Paula Ballesteros (Consejo Superior de Investigaciones Científicas – Instituto de Ciencias del Patrimonio), cessão de documentos de Andrés García, Antonio Reigosa, Consello da Cultura Galega, Teatro Nacional Dona Maria II e Museu Nacional do Teatro e interpretação de Mariana Carballal, Neto Portela, Nuno J. Loureiro, Rafaela Sá, Raquel Crespo, Teresa Vieira, Xosé Lois Romero, e ainda a presença da arqueóloga Paula Ballesteros.
Manuela Rey is in da House está em cena dias 10 e 11 de novembro, sexta-feira às 21h00 e sábado às 19h00, no âmbito do Festival de Teatro de Viana do Castelo que decorre de 10 a 19 de novembro, com espetáculos de companhias nacionais e internacionais.
O Serviço Educativo do Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana dinamiza uma Conversa Pós Espetáculo, entre criadores/ intérpretes e público e ainda Reconhecimento de Palco na sessão de dia 11.
Todas as sessões do espetáculo contam com um software experimental que inclui Legendagem em Inglês, Tradução Simultânea em Língua Gestual Portuguesa e um comentário descritivo dirigido às pessoas com deficiência visual.
Toda a programação do Festival de Teatro de Viana do Castelo pode ser encontrada em www.tmsm.pt e os bilhetes estão à venda na BOL – Bilheteira Online e na Bilheteira do Teatro Municipal Sá de Miranda.
A CP – Comboios de Portugal vai reforçar a oferta ferroviária para Viana do Castelo durante a Romaria em Honra de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
O espaço exterior do Centro Cultural de Portela Susã foi inaugurado este domingo, após uma intervenção apoiada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo em 43.500 euros.
O heliporto do Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, foi certificado pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) para receber operações de emergência médica durante 24 horas por dia.
O programa “Heróis da Fruta”, desenvolvido pela Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) e aplicado em escolas do distrito de Viana do Castelo, recebeu reconhecimento científico internacional pela eficácia na promoção do consumo regular de fruta entre crianças dos 3 aos 11 anos.
A loja Dona Cegonha, em Viana do Castelo, lançou uma coleção de t-shirts dedicada à Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
A Sala Couto Viana, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, recebeu esta sexta-feira a apresentação da nova edição da revista “A Falar de Viana”, publicação dedicada à preservação e divulgação da história, da cultura e da identidade do concelho.
O Governo anunciou uma revisão do regime de indemnizações por danos causados pelo lobo-ibérico, alargando as situações abrangidas e eliminando algumas das limitações existentes. As alterações procuram garantir maior justiça aos produtores pecuários e promover a coexistência entre a atividade pastoril e a conservação da espécie.