Mais de 20% da população vivia, em 2023, em agregados em que não existia capacidade financeira para manter o alojamento confortavelmente quente, mais 3,3 pontos percentuais do que no ano anterior, segundo dados do INE hoje divulgados.
De acordo com o Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (ICOR), cujos resultados foram publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), no ano passado, 20,8% da população vivia sem capacidade financeira para manter a casa adequadamente aquecida.
Segundo o INE, Portugal era, em 2022, um dos cinco países da União Europeia em que esta incapacidade era mais elevada, com 17,5%, quase o dobro da média europeia de 9,3%.
A percentagem da população em risco de pobreza sem capacidade financeira para manter a casa adequadamente aquecida (37,3%) representava mais do dobro da restante população (17,4%), e afetava, em especial, os idosos (28,5% para o grupo etário com 65 e mais anos).
“A situação em termos de conforto térmico é ainda mais acentuada, se atendermos a que, à proporção dos que se encontravam em situação térmica precária por motivos financeiros, acrescem 21,6% que referem viver numa situação em que o alojamento não é suficientemente quente no inverno por outros motivos, e que 38,3% vivem em alojamentos que não são adequadamente frescos no verão”, observou a autoridade estatística.
No ano passado, 26,6% da população vivia em alojamentos em que não era utilizado qualquer tipo de aquecimento em casa, proporção que era muito mais elevada nas Regiões Autónomas (86% na Madeira e 72,6% nos Açores) do que no Continente (24%).
A proporção de pessoas que viviam em alojamentos em que não era utilizado qualquer tipo de aquecimento em casa era mais elevada em situações de pobreza, com 39,7% das pessoas daquele grupo a referir não utilizar aquecimento em casa, o que compara com 23,9% da restante população.
Dos 73,1% que referiram utilizar aquecimento, o sistema mais utilizado foi o aquecimento fixo não central (33,5%) e a principal fonte de energia utilizada foi a eletricidade (48,5%), seguida da lenha (36,1%).
Relativamente ao tipo de vidro nas janelas, cerca de metade da população referiu ter vidros duplos, 40,9% vidros simples e 7,1% um misto de vidros simples e duplos/triplos.
O Santa Luzia FC e a Casa do Povo de Freixo entram em ação no próximo sábado na 3.ª eliminatória da Taça de Portugal Feminina de Futsal, fase que marca a entrada das equipas da Liga Feminina Placard.
A Tuna de Veteranos de Viana do Castelo celebra este sábado, 17 de janeiro, o seu XXIII Aniversário, com uma arruada de Reis pelo centro histórico da cidade e um jantar comemorativo, marcando mais de duas décadas de atividade cultural e académica ligada a Viana do Castelo.
As associações empresariais de Viana do Castelo e da Figueira da Foz estão a trabalhar em conjunto para analisar os projetos de energia eólica offshore previstos para as duas regiões e avaliar os seus impactos sociais, ambientais e económicos.
O Município de Ponte de Lima vai implementar, entre 2025 e 2028, o Programa CLDS-5G – Contratos Locais de Desenvolvimento Social, no âmbito do PORTUGAL 2030, com o objetivo de reforçar a inclusão social e combater a pobreza no concelho.
A Associação Desportiva de Fafe voltou a escrever uma das páginas mais marcantes da sua história ao garantir, esta quarta-feira, o apuramento para as meias-finais da Taça de Portugal, após vencer o Sporting de Braga por 2-1, em jogo dos quartos de final disputado no Estádio Municipal de Fafe.
A GNR deteve, no dia 9 de janeiro, dois homens, de 20 e 21 anos, por tráfico de estupefacientes no concelho de Valença.
O Politécnico de Viana do Castelo, em parceria com o Centro de Competências em Cibersegurança da Região Norte, vai promover um ciclo de workshops online gratuitos para apoiar empresas do Alto Minho na prevenção e resposta a ameaças digitais.