Quase 2,5 milhões de pessoas foram vacinadas contra a gripe desde o início da campanha de vacinação sazonal, segundo o mais recente relatório da Direção-Geral da Saúde (DGS), esta terça-feira, divulgado.

Entre 29 de setembro do ano passado e 18 de fevereiro, foram vacinadas 1.975.078 com reforço sazonal contra a covid-19 e 2.480.635 contra a gripe.
A maioria das vacinas contra a covid-19 foi dada nas farmácias, quase 1,4 milhões. Nos últimos sete dias, em farmácias e no Serviço Nacional de Saúde (SNS), houve mais 6.406 pessoas vacinadas.
Também a maior parte das vacinas da gripe foi administrada nas farmácias, 1.736.379, face a 743.422 no SNS. No total, nos dois locais registaram-se mais 4.838 pessoas vacinadas nos últimos sete dias.
Sobre o número de vacinas por grupo etário, os dados da DGS revelam que a cobertura vacinal é superior na gripe.
Do total de pessoas com 60 ou mais anos a cobertura vacinal fixa-se nos 66,04%, enquanto em relação à covid-19 atinge 55,84%.
A DGS reduziu a idade elegível para a vacina da gripe para os 50 anos e a diretora-geral já admitiu poder reduzir ainda mais e abranger as pessoas de 45 anos ou mais. Porém, ressalvou que a atual prioridade continua a ser a vacinação dos cidadãos com 60 ou mais anos.
Em janeiro, seis sociedades médicas portuguesas juntaram-se para insistir na importância da vacinação contra a gripe, que consideram a “base do esforço” para reduzir o impacto da doença, e reiterar que as vacinas são seguras e eficazes.
Nas conclusões, considerando todas as evidências científicas recolhidas, as entidades alertam que a vacinação contra a gripe “reduz significativamente as hospitalizações e a mortalidade em doentes imunocomprometidos e em doentes com doenças respiratórias”, como a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC), doenças cardiovasculares e diabetes.
“Estes grupos de alto risco devem ser vacinados anualmente e os profissionais de saúde devem garantir a prescrição atempada, inclusive, no momento da alta hospitalar”, sublinham.
A petição que contesta a interrupção da iluminação pública entre as 03h00 e as 05h00 em Viana do Castelo ultrapassou as mil assinaturas, segundo o promotor da iniciativa, Ricardo Luis. As assinaturas foram enviadas à Câmara Municipal, juntamente com um pedido de audiência ao presidente do Município.
O CHEGA de Viana do Castelo considera “irrealista e irresponsável” a proposta do PSD para construir um novo hospital na cidade. O partido defende que a prioridade deve ser a requalificação, modernização e eventual expansão do Hospital de Santa Luzia.
O PSD de Viana do Castelo quer que se inicie a discussão sobre a construção de um novo hospital distrital para servir o Alto Minho. A proposta foi apresentada na Assembleia Municipal de sexta-feira.
O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.
Alunos dos cursos profissionais de Técnico de Multimédia e de Sistemas de Informação e Redes da Escola Secundária de Monserrate participaram, na sexta-feira, 25 de setembro, numa caminhada de integração até ao Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
O Observatório Jovem de Valença está a levar às escolas o desafio de envolver os jovens na reflexão sobre o futuro do concelho. Ao longo desta semana, técnicos da área da Juventude estão a percorrer as turmas do ensino secundário do Agrupamento Muralhas do Minho para apresentar o projeto e explicar aos alunos de que forma podem participar.
David Mendes, presidente da Viana Ciclável, parte de Viana do Castelo a 5 de outubro para uma viagem de bicicleta até Antália, na Turquia. Prevê percorrer cerca de 4.700 quilómetros, sozinho e sem apoio motorizado, para chegar a 9 de novembro, dia em que começa a conferência das Nações Unidas sobre as alterações climáticas.