O Sistema de Informação de Animais de Companhia (SIAC) tem identificados, desde que foi criado há quatro anos, 1.075.467 cães, 629.519 gatos e 1.907 furões, estando a ser preparada uma nova campanha de sensibilização.

De acordo com dados fornecidos à agência Lusa pelo SIAC, este ano e até à semana passada foram identificados 192.725 cães, 133.585 gatos e 392 furões.
Estes dados foram pedidos quando passa um ano sobre o fim do período transitório de 36 meses para a identificação de gatos e furões que tenham nascido antes da entrada em vigor do decreto-lei de outubro de 2019, que determina a obrigatoriedade de registo.
Partindo do princípio de que ainda há muitos animais por identificar, o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) disse à Lusa que está “prevista uma campanha de sensibilização a lançar no início do próximo ano, com o objetivo de alertar para a posse responsável de animais de companhia, mas também para a sua identificação.
O ICNF adiantou que no final deste ano será conhecido o resultado do Programa Censo Nacional de Animais Errantes, para o qual foi estabelecido em 2021 um protocolo com a Universidade de Aveiro.
“Com este censo pretende-se conhecer os efetivos e o bem-estar dos animais errantes (cães e gatos) que deambulam pelo domínio público, além de determinar os possíveis impactos, à escala nacional”, indica a Universidade, no seu ‘site’
Com a identificação de animais de companhia, quer-se “contrariar o abandono e as suas consequências para a saúde e a segurança das pessoas e o bem-estar dos animais”.
O SIAC tem atualmente abertos 3.079 processos de animais encontrados e 27.050 processos de animais perdidos.
A fonte do SIAC alerta para a leitura cuidada destes números, uma vez que “sempre que é aberto um processo de animal perdido ou um processo de animal encontrado por terceiros é solicitado ao participante que, uma vez o animal devolvido ao seu titular, seja comunicado de forma a se poder encerrar o processo”, o que nem sempre acontece.
O Sistema de Informação de Animais de Companhia resulta da fusão do Sistema de Identificação e Recuperação Animal (SIRA), a funcionar desde 1992, e do Sistema de Identificação e Registo de Caninos e Felinos (SICAFE), criado em 2003.
Somando os dados dos dois sistemas com os do SIAC, estão identificados 3.277.275 cães e 761.296 gatos, contudo os ‘donos’ dos animais nem sempre comunicam a morte dos animais.
O ICNF alerta ainda que além da colocação de um ‘microchip’ no animal é necessário o registo no SIAC.
“Infelizmente há quem continue a colocar ‘microchips’ sem os registar [animais], o que no fundo ‘não serve para nada’ porque em caso de perda, furto, abandono não se consegue chegar ao titular do animal.
A primeira edição do Loureiro Summit arranca esta quinta-feira, 15 de outubro, às 18h00, no Palacete Villa Moraes, em Ponte de Lima. Promovido pelo município, o evento reúne produtores engarrafadores, especialistas, jornalistas, críticos e enólogos para debater e divulgar a casta Loureiro.
Os Serviços Municipalizados de Viana do Castelo (SMVC) vão iniciar, em novembro, um projeto-piloto de deposição controlada de resíduos volumosos, em parceria com 16 freguesias e uniões de freguesia do concelho. A iniciativa pretende facilitar a entrega destes resíduos, garantir o seu encaminhamento adequado e combater o abandono indevido.
O espetáculo “Só eu é que não tenho”, do Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana, vai percorrer as escolas do concelho de Viana do Castelo, com 29 sessões dirigidas a alunos do 2.º Ciclo do Ensino Básico, até 27 de outubro.
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A Biblioteca Municipal de Viana do Castelo acolheu, no dia 10 de outubro, a tertúlia “Um olhar sobre a saúde mental” e a inauguração da exposição fotográfica “Olhares sobre a saúde mental”, numa iniciativa destinada a sensibilizar a comunidade para esta temática.
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Mais de 260 iniciativas decorrem em todo o país, até 24 de outubro, no âmbito de uma mobilização promovida pela EAPN Portugal — Rede Europeia Anti-Pobreza para assinalar o combate à pobreza e à exclusão social.