O Sindicato dos Funcionários Judiciais (SFJ) começou hoje greves distritais em Viana do Castelo, Braga e Setúbal.
A responsável falou à Viana TV, na porta do tribunal, encerrado, de que a greve por distritos ronda os 90%.
“Temos a convicção que esta jornada de luta poderá ser o ‘xeque-mate’. Vimos de uma pandemia, de lutas e de semanas com milhares, milhões de atos não praticados, milhares de diligências adiadas. Nesta altura, pouco mais é preciso demonstrar. Nós temos o caos na Justiça”, afirmou hoje, Alexandra Lopes do secretariado nacional do SFJ.
Relativamente à postura do sindicato Alexandra Lopes, afirmou de que não havia outra forma de resolver o problema, tendo em conta de que esperavam que “as férias judiciais fossem um período de reflexão por parte do Ministério da Justiça”.
“Reiniciamos uma jornada de luta dura. Já passaram nove meses e não tivéssemos ‘feedback’ nenhum por parte do Ministério da Justiça”, sublinhou.

A nova jornada de luta hoje iniciada vai prolongar-se até dezembro e as greves por distritos, depois de Viana do Castelo, Braga e Setúbal, decorrerão em Beja, Bragança, Aveiro, Évora, Castelo Branco, Portalegre e Açores entre a próxima terça-feira e dia 19 de setembro.
Além das greves por distritos, em Lisboa e no Porto, “por ser zonas geográficas mais extensas, a greve abrangerá também os núcleos judiciais”.
“O nosso objetivo é que haja alguns constrangimentos, para não dizer muitos constrangimentos. É a única forma que temos de dizer basta ao Ministério da Justiça”, frisou a representante do SFJ que tem cerca de seis mil associados.
Alexandra Lopes explicou que entre as principais reivindicações dos funcionários judiciais está na recuperação processual do vencimento, também com retroativos a janeiro de 2021 e pago em 14 meses.

Três pessoas foram retiradas preventivamente de uma habitação na freguesia de Nogueira, em Ponte da Barca, na sequência de um segundo deslizamento de terras registado esta terça-feira, confirmou a Proteção Civil.
Um deslizamento de terras ocorrido na União de Freguesias de Castro, Ruivos e Grovelas obrigou à retirada preventiva de 20 pessoas das suas habitações, após uma derrocada considerada “forte” ter destruído parcialmente uma casa e soterrado um veículo ligeiro. Não há registo de vítimas ou feridos.
As condições meteorológicas adversas estão a dificultar a captura de lampreia nos rios Minho e Lima, afetando a atividade de cerca de duas centenas de embarcações e colocando em risco o rendimento anual de muitos pescadores da região.
Um deslizamento de terras ocorrido esta terça-feira, na União de Freguesias de Castro, Ruivos e Grovelas, em Ponte da Barca, destruiu parcialmente uma habitação e obrigou à retirada de sete pessoas, informou a Proteção Civil.
Viana do Castelo recebeu, entre os dias 6 e 8 de fevereiro, a VII Convenção do Mercado das Viagens, reunindo a maioria das agências da rede, parceiros estratégicos e diversos representantes de relevo do setor do turismo. O evento decorreu sob o lema “Rumo ao Futuro”, refletindo o foco na evolução e nos desafios do setor.
Um residente da freguesia de Chafé, no concelho de Viana do Castelo, doou cerca de 500 telhas destinadas a apoiar as zonas mais afetadas pelo recente mau tempo, informou a Junta de Freguesia.
O Comando Territorial de Viana do Castelo da Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou, entre os dias 2 e 8 de fevereiro, um conjunto de operações em todo o distrito, com o objetivo de prevenir e combater a criminalidade violenta, reforçar a fiscalização rodoviária e promover ações de sensibilização junto da população.