O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, afirma que a "Romaria representa a fusão de Viana do Castelo com o mar e a Senhora da Agonia”.
“Temos mar, terra e montanha e temos uma enorme capacidade de nos mobilizar e de interpretar com todo o significado o que é a nossa memória e a nossa história”, considerou, recordando Amadeu Costa e Francisco Sampaio enquanto figuras maiores da romaria.
“Esta é, efetivamente, a maior romaria de Portugal”, disse, indicando que “a festa é de todos os vianenses, mas a nossa missão é viver as festas todos os dias, valorizando as nossas tradições ao longo de todo o ano”.

O Presidente da Câmara agradeceu à Confraria de Nossa Senhora da Agonia, que preside à Comissão de Honra deste ano, “por trabalhar para a nossa romaria, para a nossa tradição e a nossa fé” há centenas de anos. Agradeceu igualmente à Vianafestas, entidade organizadora, pela “capacidade e resiliência de fazer e inovar, contribuindo para o sucesso e grandiosidade da Romaria”.
Também o Presidente da Vianafestas, Manuel Vitorino, indicou que “Somos Todos Romaria porque exaltamos o espírito e a identidade dos vianenses”. “Quando as mulheres vianenses apresentam este traje e este ouro, estão a demonstrar superação, a demonstrar que conseguiram enfrentar as adversidades, sempre preservando e valorizando aquilo que nos distingue”.

Destacou o “pulsar de milhares de voluntários” que participam nos cortejos, nos desfiles e procissões, referindo uma “mobilização coletiva que torna possível estas festas e que demonstram ao concelho, ao país e ao mundo o melhor que os vianenses têm”.
Já o representante da Confraria de Nossa Senhora da Agonia, Padre Vasco Gonçalves, indicou que as Festas em Honra de Nossa Senhora da Agonia “são de todos, todos, todos, desde os que vêm para rezar, aos que vêm para se divertir, passando pelos que vêm pela dimensão histórica e etnográfica, pelo traje, até aos que vêm de dia ou apenas de noite”.

“As nossas raízes são o que nos dá alegria de viver, a identidade que somos, a romaria que somos”, assumiu, destacando a fé dos pescadores da Ribeira e das gentes de Viana.

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