O primeiro-ministro anunciou que será criada "uma equipa especializada" para investigar criminalmente a origem dos incêndios dos últimos dias, falando em "coincidências a mais" e "interesses particulares".

“Nós não vamos largar estes criminosos, nós não vamos largar este combate a quem coloca todo um país em causa“, assegurou Luís Montenegro, no final de um Conselho de Ministros extraordinário convocado para analisar “toda a situação relativa aos incêndios e às suas consequências”, numa reunião presidida pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a seu convite.
Montenegro considerou que há uma necessidade de os portugueses “saberem que o Estado, em seu nome, vai atrás dos responsáveis por estas atrocidades” e assegurou que o Governo não vai “regatear nenhum esforço na ação repressiva”.
“Nós não podemos perdoar a quem não tem perdão. Nós não podemos perdoar atitudes criminosas que estão na base de muitas das ignições que ocorreram nos últimos dias. Sabemos que há fenómenos naturais e sabemos que há circunstâncias de negligência que convergem para que possam eclodir incêndios florestais. Mas há coincidências a mais”, considerou.
Por outro lado, adiantou, o Governo não irá largar “aqueles que, em nome de interesses particulares, são capazes de colocar em causa os direitos, as liberdades, as garantias e a própria vida dos cidadãos e são capazes de empobrecer o país”.
Nesse sentido, adiantou que falou com a ministra da Justiça — com quem esteve reunido antes do início do Conselho de Ministros — para, nos próximos dias, criar em diálogo com a Procuradoria-Geral da República e com as forças de investigação criminal “uma equipa especializada em aprofundar, com todos os meios, a investigação criminal à volta dos incêndios florestais”.
“Eu sei que as portuguesas e os portugueses esperam do sistema judicial uma condenação mais eficaz daqueles que, entretanto, já foram detidos e muitos deles julgados por este crime. Mas não é desses que eu estou a falar. Aquilo que estamos a dizer é que há interesses que sobrevoam estas ocorrências e que nós tudo vamos fazer para identificar e levar às mãos da justiça”, afirmou.
A 32.ª jornada da 2.ª Divisão Distrital da Associação de Futebol de Viana do Castelo trouxe emoção, muitos golos e reforçou o equilíbrio na luta pelo primeiro lugar. No topo da tabela, AD Chafé, Lanhelas e Távora, todos com 70 pontos, prometem uma reta final de campeonato eletrizante.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) vai intensificar o patrulhamento e as ações de apoio aos peregrinos entre os dias 4 e 13 de maio, no âmbito da operação “Peregrinação Segura 2026”, associada às celebrações das Aparições de Fátima. O objetivo passa por garantir a segurança rodoviária, a fluidez do trânsito nas principais vias de acesso e a proteção dos milhares de fiéis que se deslocam ao Santuário.
A emblemática campanha do Pirilampo Mágico está de volta e promete, mais uma vez, mobilizar o país em torno da inclusão. Entre os dias 8 de maio e 1 de junho, centenas de profissionais, voluntários e pessoas apoiadas pelas 84 organizações aderentes vão dinamizar, de norte a sul, diversas iniciativas de sensibilização e solidariedade em prol das pessoas com deficiência intelectual e/ou multideficiência.
O FITAVALE — Festival Itinerante de Teatro de Amadores do Vale do Minho está de volta entre 8 e 30 de maio de 2026, reunindo cinco municípios num projeto artístico coletivo inédito que afirma o teatro amador como espaço de criação e reflexão comunitária.
A banda minhota Sons do Minho lançou o seu mais recente single, intitulado “Só um copinho”, marcando o regresso discográfico em 2026 com um tema alinhado com a sua identidade festiva.
O SC Vianense volta a entrar em ação este domingo, às 16h00, no Estádio Dr. José de Matos, em Viana do Castelo, onde recebe o Bragança, em jogo da fase de subida do Campeonato de Portugal, procurando responder de imediato à derrota sofrida na última jornada.