O presidente do PSD disse hoje esperar que PS e Chega “não constituam uma aliança negativa para impedir o Governo que os portugueses quiseram”, voltou a recusar entendimentos com o partido de André Ventura, mas sem excluir diálogo.

Na fase das perguntas dos jornalistas, Luís Montenegro foi questionado se, com uma vitória por margem curta da Aliança Democrática (coligação que junta PSD/CDS-PP e PPM), mantém o “não é não” que tinha dito a entendimentos com o Chega antes e durante a campanha.
“Eu assumi dois compromissos na campanha eleitoral e naturalmente que cumprirei a minha palavra. Nunca faria a mim próprio, ao meu partido e à democracia portuguesa tamanha maldade que seria incumprir compromissos que assumi de forma tão clara”, disse.
Sobre a margem da vitória, salientou que “ela tem a expressão que os portugueses lhe quiseram dar”, acrescentando que “há dois anos havia uma maioria absoluta do PS, agora há uma maioria relativa da AD”.
Montenegro foi questionado se não teme que o Chega possa derrubar o Governo à primeira oportunidade.
“Estamos cientes que, em muitas ocasiões, a execução do programa de Governo terá de passar pelo diálogo na Assembleia da República. É natural e é nossa expectativa que todos partidos possam assumir a sua responsabilidade, a começar pelo principal partido da oposição”, disse.
Neste ponto, o líder do PSD disse compreender que o PS não se reveja no programa do Governo, nem adira às propostas da AD, mas defendeu que tem a responsabilidade de respeitar “a vontade do povo português”.
“E é nessa lógica que a minha mais firme expectativa é que o PS e o Chega não constituam uma aliança negativa para impedir o governo que os portugueses quiseram”, enfatizou.
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A Amnistia Internacional lançou um conjunto de alertas e campanhas que expõem situações preocupantes de direitos humanos em diferentes regiões do mundo, desde as Américas até ao Médio Oriente e África, incluindo ainda um aumento global nas execuções em 2025.
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