O coletivo Gir Gir nasce do trabalho desenvolvido por dois antigos alunos da licenciatura em Design do Produto, da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Politécnico de Viana do Castelo, aos quais se juntaram mais dois jovens.

A força deste coletivo está na capacidade e na visão que todos tiveram para juntar, num só projeto, profissionais com conhecimentos diferenciados. O coletivo surgiu há menos de um ano e já teve honras de internacionalização, marcando presença na Paris Design Week, com Honey, uma coleção que aposta nos desperdícios normalmente negligenciados da indústria do mármore.
Apresenta-se como “um coletivo alimentado pela criatividade, unido por um propósito e dedicado a redefinir as possibilidades do design sustentável”. Gir Gir é um projeto composto por quatro jovens empreendedores que viram na formação e experiência, diversificada de cada um, a forma de unir conhecimento e avançar para o terreno, alicerçados em premissas como a sustentabilidade, a reutilização, a redefinição, o reaproveitamento e a circularidade.
Criado há menos de um ano, Gir Gir, coletivo composto por Ana Rita Pires e André Teoman, antigos estudantes do curso de licenciatura em Design do Produto, da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Politécnico de Viana do Castelo, aos quais se juntaram Ângela Costa Leal e Filipe Meira, já teve a sua primeira grande experiência internacional. Recentemente, marcou presença na Paris Design Week. Apresentou a Honey Collection e, garantem, as reações à coleção deixam antever que o projeto está a desenvolver-se no caminho certo.
Em parceira com a Stone Dark, Gir Gir viu nos resíduos de mármore deixados por esta empresa vianense uma forma de reaproveitamento. “Ao mostrarmos o potencial das sobras industriais, procuramos inspirar indústrias e indivíduos a olhar para o desperdício de outra forma e a transformá-lo num recurso valioso”, explica Ana Rita Pires.
Primeira coleção de Gir Gir conta a história por detrás de cada peça
“Já tínhamos a ideia de criar uma marca e desenvolver produtos com resíduos da indústria. O que poderia ser um problema para a indústria e a sociedade em geral acaba por ser uma solução para nós. E uma solução pensada de forma criativa e também apostada em levantar questões. O que é ou não lixo? O que é ou não belo? Esta é a base de Gir Gir”, acrescenta André Teoman.
A Coleção Honey é composta por peças como mesas de apoio ou de centro, candelabros ou espelhos. “Começámos por peças mais pequenas e, por isso, mais fáceis de transportar. Nesta primeira coleção, quisemos assumir o material, ou seja, as nossas peças mostram não só o mármore, mas o restante material, como o alumínio, e temos tido um ótimo feedback. Na verdade, ao revelarmos todo o material usado em cada peça, estamos a contar a história por detrás de cada delas”, descreve, ainda, Ana Rita Pires.
André e Ana Rita, dois alumni do Politécnico de Viana do Castelo, trabalhavam já no Studio, projeto desenvolvido por André desde 2015, mas no qual entenderam que o conceito de Gir Gir não se enquadrava. Lançaram então este coletivo, com a colaboração de mais dois colegas, um mais ligado ao marketing online e outro à parte comercial, e depois de Paris têm já presença garantida, em novembro, no Dubai e candidaturas para outras exposições internacionais.
O projeto “Livros em Viagem – Entre Histórias e Memórias” está a proporcionar momentos de leitura, convívio e partilha à população sénior do Centro Paroquial e Social Padre Agostinho Caldas Afonso, no concelho de Monção.
O Vodafone Paredes de Coura reforçou, na edição deste ano, a ligação ao território e à comunidade local, dando maior protagonismo às freguesias, ao património e à identidade cultural do concelho.
A Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira concluiu uma intervenção de gestão de combustível ao longo da rede viária secundária do concelho, abrangendo cerca de 58 hectares nas áreas de maior sensibilidade florestal.
A Serenata da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia vai realizar-se no próximo sábado, 29 de agosto, confirmou à Viana TV fonte da VianaFestas.
A Loja da Fábrica da Louça Regional de Viana, situada na freguesia da Meadela, vai estar aberta ao público nos dias 29 e 30 de agosto.
As vindimas começaram este ano mais cedo do que nunca na sub-região de Monção e Melgaço. A colheita arrancou na segunda semana de agosto, naquele que é considerado o início mais precoce de que há memória no território, levando a Rota do Alvarinho a promover seis experiências ligadas ao vinho, à gastronomia, ao desporto e às tradições locais.
Um homem de 52 anos foi detido pela PSP por posse de arma proibida, na sequência de desacatos registados no Largo do Infante D. Henrique, em Viana do Castelo.