O jornal “A Aurora do Lima”, o mais antigo de Portugal Continental, completou 168 anos de atividade ininterrupta. O jornal nasceu a 15 de dezembro de 1855.

Com redação em Viana do Castelo, o jornal conta com administração de Rui Barbosa, e é atualmente dirigido por Gonçalo Fagundes Meira.
É o mais antigo de Portugal Continental e segundo de Portugal, tendo sido fundado a 15 de dezembro de 1855. A sua abertura foi financiada pela família Barbosa e Silva, a quem ainda pertence.
Em 1957, Camilo Castelo Branco é convidado para ser seu redactor principal.
No início, o jornal era trissemanário, mas em 1915 já só saía duas vezes por semana. Em 2010, passou para semanário.
Ao longo dos anos, conheceu 16 diretores, entre os quais Camilo Castelo Branco, que exerceu o cargo por apenas 55 dias.
A 17 de Janeiro de 2006 o Jornal “A Aurora do Lima” foi feito Membro-Honorário da Ordem do Mérito, pelo Presidente da República Jorge Sampaio.
“O jornal atravessou épocas marcantes da nossa História como a Monarquia Constitucional e a Primeira República, o Estado Novo e o seu derrube em 25 de Abril de 1974. Pelo meio, um longo período de Censura Prévia que tolhia a liberdade de imprensa. Não obstante, procurou sempre prosseguir uma linha de total independência a nível económico, político e religioso, apesar dos períodos políticos atribulados resultantes das mudanças políticas que teve de vencer”.
Estatuto Editorial:
A AURORA DO LIMA, fundada em 15 de Dezembro de 1855, continuará, como tem sido seu objectivo principal, a pugnar, acima de tudo, pela defesa intransigente dos interesses e das reivindicações legítimas das populações, e do progresso económico, cultural e social da Região onde se publica.
Continuará a procurar ser um Jornal Independente, sob o ponto de vista económico e político. Pelo que não deixará de acolher como sempre tem feito, as várias opiniões de seus colaboradores, desde que expostas dentro da ética e da verdade, da justiça e do respeito que merecem as instituições, as pessoas e suas convicções religiosas e políticas.
Terá sempre como objectivos noticiar, informar e cultivar, servindo o melhor possível os seus leitores, a Cidade onde nasceu, bem como o Alto Minho e o País em geral.

O Banco Alimentar Contra a Fome de Viana do Castelo assinala esta sexta-feira, 19 de junho, o seu 17.º aniversário com a inauguração das novas instalações, um momento considerado histórico para a instituição que, ao longo de quase duas décadas, se afirmou como uma das principais estruturas de apoio alimentar do distrito.
A artista Maria João Lousa inaugura no próximo dia 22 de junho, pelas 16h30, na Oficina Cultural do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), a exposição “Um tempo que se abre – Permanecer no olhar, na matéria, na memória”, integrada nas comemorações dos 40 anos da instituição.
Arranca hoje, em Viana do Castelo, mais uma edição do Mercado dos Descobrimentos, iniciativa que até domingo promete transformar o centro histórico da cidade numa grande recriação histórica inspirada na época dos Descobrimentos Portugueses. A edição de 2026 é dedicada ao Oriente e apresenta mais de uma centena de momentos de animação ao longo de quatro dias.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo assinala esta quinta-feira, 18 de junho, os 768 anos da atribuição do Foral Afonsino com uma sessão solene no Salão Nobre dos Paços do Concelho, durante a qual serão distinguidos funcionários municipais com 40 anos de serviço.
Viana do Castelo assinala hoje os 768 anos da atribuição do Foral Afonsino, documento concedido por D. Afonso III em 18 de junho de 1258 e que marcou a fundação do concelho de Viana da Foz do Lima.
O Município de Paredes de Coura vai investir cerca de 400 mil euros na requalificação do Albergue Municipal de Pedro de Rubiães e na melhoria das condições de segurança e conforto dos peregrinos que percorrem o Caminho Português de Santiago no concelho.
A Polícia Judiciária (PJ) associou-se à campanha europeia "A nossa Casa Deve Ser um Lugar Seguro", lançada pela AMBER Alert Europe em 20 países, com o objetivo de alertar para uma das causas mais frequentemente associadas ao desaparecimento de crianças: a violência doméstica.