A Feira de Artesanato, que marca o início do período festivo da Romaria em Viana do Castelo, volta a realizar-se no Jardim Público da cidade e as inscrições para os artesãos do concelho arrancam hoje, através do site oficial www.festasdagonia.com.

Entre os dias 9 e 22 de agosto, a Feira de Artesanato tem como principal objetivo promover e divulgar o rico artesanato local. As inscrições, exclusivamente para os artesãos do concelho, em formato online estão oficialmente abertas e decorrerão até ao dia 7 de junho.
“Esta é uma oportunidade para os artesãos locais mostrarem os seus trabalhos e artes que enriquecem a Romaria da Senhora d’Agonia. Cada vez mais o artesanato ligado à Romaria é apreciado ultrapassando somente o período das festas, o que deve traduzir-se num orgulho coletivo”, destacou Manuel Vitorino, presidente da VianaFestas, entidade promotora da Romaria d’Agonia.

Será ainda disponibilizado um diretório online, que vai integrar a página oficial festasdagonia.com, permitindo aos artesãos divulgar os seus produtos, arte e contactos.
“Através deste diretório, os utilizadores poderão ver o portefólio de cada artesão presente na feira, com fotografias dos seus trabalhos e desta forma os utilizadores poderão adquirir peças de arte diretamente aos autores. Sabemos que a Romaria d’Agonia já ultrapassou as fronteiras nacionais e que nem todos conseguirão estar presentes, por isso, chegamos nós até eles”, acrescentou ainda.
A feira, com organização a cargo da VianaFestas mantém a disposição do ano anterior, com acesso gratuito e com duas zonas diferenciadas entre a gastronomia e o artesanato.
De acordo com as normas de participação todos os artigos expostos terão de apresentar “no mínimo 50% de trabalho artesanal/manual” no seu produto final.
Durante a feira, para garantir a autenticidade dos produtos, em termos de bordados, só será permitida a exposição e comercialização de peças feitas manualmente, enquanto na filigrana apenas a utilização de peças certificadas como tal, em metal precioso ou não precioso, e todas as imitações de filigrana serão excluídas.
Em 2024, a feira vai decorrer de 09 a 13 de agosto das 16:00 às 23:00, passando de 14 a 20 de agosto a ter lugar das 10:00 às 24:00, nos dias 20 e 21 de agosto encerrará uma hora mais cedo.
A Feira-Exposição de Artesanato das Festas de Nossa Senhora d’Agonia remonta a 1917, quando se realizou a primeira exposição de lavores regionais, chegando aos dias de hoje como um evento âncora da cidade, com meio milhar de artesãos que mostram o melhor que se faz e produz em Viana do Castelo.
O concurso para a concessão da exploração e organização do “Arraial da Romaria” de Nossa Senhora d’Agonia 2026 ficou deserto, depois de não ter sido apresentada qualquer candidatura.
Os D.A.M.A. são o grande destaque da Romaria de São Bartolomeu, que decorre entre 18 e 24 de agosto, em Ponte da Barca. A banda portuguesa sobe ao palco no dia 20, às 23h00, para um concerto de entrada gratuita que deverá atrair milhares de pessoas à vila.
As Festas do Concelho de Valença arrancam na próxima sexta-feira, 7 de agosto, com os concertos dos Sons do Minho e de Sara Correia. A primeira noite contará ainda com as atuações dos DJs Pete Tha Zouk e Pedro Borges.
O NEOPOP 2026 arranca esta quinta-feira, 6 de agosto, junto ao Forte de Santiago da Barra, em Viana do Castelo, levando novamente à cidade alguns dos principais nomes da música eletrónica.
A Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UNIPVC) é a única instituição portuguesa a integrar o My Farm, projeto europeu que pretende tornar as explorações agrícolas mais sustentáveis, resilientes e capazes de gerar valor para além da produção de alimentos.
Viana do Castelo liga esta quinta-feira, 6 de agosto, as iluminações da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia. Cerca de 1,5 milhões de pontos de luz, instalados ao longo de 9,8 quilómetros de ruas, vão transformar o ambiente da cidade e anunciar a aproximação das festas.
A Comissão Concelhia de Viana do Castelo do PCP acusa o Governo de agravar a crise da habitação e de dirigir uma “autêntica declaração de guerra aos inquilinos”, numa altura em que a cidade registou a maior subida homóloga das rendas entre as capitais de distrito portuguesas.