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Irlandesa Gazelle Wind Power pretende criar 30 postos de trabalho em Viana do Castelo

11 Setembro, 2024 | 18:21
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Viana TV
1 min. leitura

A empresa irlandesa Gazelle Wind Power pretende criar, nos próximos anos, cerca de 30 postos de trabalho em Viana do Castelo. A Vereadora do Ambiente, Fabíola Oliveira, marcou esta quarta-feira presença na apresentação dos escritórios da Gazelle Wind Power, no edifício da APDL - Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo. A empresa irlandesa está na vanguarda da tecnologia de energia eólica offshore flutuante e está a promover um investimento de 40 milhões de euros, em Portugal. 

Na inauguração da sede da empresa, foi também celebrado o lançamento do projeto piloto “Nau Azul”, que irá instalar uma turbina eólica de 2MW numa plataforma ao largo da costa da praia da Aguçadoura, na Póvoa do Varzim. A Gazelle Wind Power escolheu Portugal para desenvolver e instalar toda uma cadeia de fornecimento local para produção de energia eólica offshore.

O projeto Nau Azul terá início em 2025, estando prevista para 2026 a construção da plataforma, que deverá ser lançada à água até à primavera de 2027. Viana do Castelo torna-se, assim, sede da empresa irlandesa em território nacional.

Jon Salazar, CEO e fundador da Gazelle Wuind Power, esteve em Viana do Castelo, tendo destacando a relevância deste projeto para a empresa. 

Adrian Griffiths, Chief Operations Officer, destacou a colaboração local com impacto global do projeto Nau Azul. O responsável afirmou que os escritórios em Viana do Castelo vão contratar pelo menos 30 pessoas no âmbito deste projeto, destacando o trabalho que a empresa quer desenvolver “não só em Viana do Castelo, mas com Viana do Castelo, envolvendo a comunidade, as empresas, as instituições e os peritos locais”.

Jason Wormald, Chief Technical Officer, realçou a tecnologia inovadora desenvolvida e patenteada pela irlandesa, que se apresenta como uma solução mais simples para produção em massa, para montagem, lançamento, instalação e operacionalização, o que permitirá reduzir o custo em escala comercial da energia eólica offshore flutuante. 

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