O Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) graduou, no ano letivo 2022/2023, perto de 1.100 estudantes, nos mais variados cursos, graus e Escolas Superiores. No passado sábado decorreu a cerimónia de entrega das cartas de curso que juntou perto de um milhar de pessoas e lotou o Auditório Professor Lima de Carvalho, nos Serviços Centrais do IPVC.

“O fim de uma das fases mais felizes das vossas vidas. Embora não seja o fim de nada, mas sim o início de uma nova etapa”, afirmou o presidente do IPVC, Carlos Rodrigues, ao longo da sessão.
Projetando já o futuro, Carlos Rodrigues garantiu que os diplomados poderão continuar a contar com o IPVC para enfrentarem os desafios de um mercado de trabalho cada vez mais exigente. “Agora vai iniciar-se uma nova fase, igualmente exigente e em constante mudança. Uma fase que vai exigir de cada um de vocês formação contínua. E podem contar com o IPVC, com as nossas e vossas seis escolas e todos os nossos docentes e não docentes. Estamos disponíveis para vos continuar a acompanhar”, exprimiu.

Vânia Rodrigues, presidente da Federação Académica do IPVC, felicitou também todos os diplomados e recordou o lema do Politécnico de Viana do Castelo “IPVC, o teu ponto de partida” e da cidade de Viana do Castelo “Quem gosta vem, quem ama fica “, sublinhando que a Federação Académica estará sempre de portas abertas para os estudantes.
Depois da atuação musical, protagonizada por Dario Rocha, alumnus do curso de licenciatura em Design do Produto da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG-IPVC), no início da cerimónia, o palco foi ocupado por Joel Coelho e Rúben Nogueira, estudantes finalistas do curso de licenciatura do curso de Design de Produto da ESTG-IPVC, que apresentaram a nova embalagem da Carta de Curso e da lembrança que serão entregues aos diplomados já na próxima edição.
Sustentabilidade, inclusão, memória, realização e realização. Foram estes os conceitos abordados pelos dois estudantes. “Deixo um agradecimento especial ao Joel e ao Rúben, mas também a todos os estudantes que aceitaram este desafio lançado pelo Politécnico de Viana do Castelo ao curso de Design do Produto. Obrigada por desafiarem os nossos alunos. Esta é uma metodologia que nos defendemos”, afirmou a coordenadora do curso de Design do Produto, Patrícia Vieira.
A manhã prosseguiu com a subida a palco dos estudantes graduados, sob o olhar atento de pais, avós, irmãos e outros familiares, mas também amigos, que não quiseram perder um momento de conquista e que marca todos os graduados.

A encerrar a cerimónia, atuou a Hinoportuna – Tuna Académica do IPVC.
O concurso para a concessão da exploração e organização do “Arraial da Romaria” de Nossa Senhora d’Agonia 2026 ficou deserto, depois de não ter sido apresentada qualquer candidatura.
Os D.A.M.A. são o grande destaque da Romaria de São Bartolomeu, que decorre entre 18 e 24 de agosto, em Ponte da Barca. A banda portuguesa sobe ao palco no dia 20, às 23h00, para um concerto de entrada gratuita que deverá atrair milhares de pessoas à vila.
As Festas do Concelho de Valença arrancam na próxima sexta-feira, 7 de agosto, com os concertos dos Sons do Minho e de Sara Correia. A primeira noite contará ainda com as atuações dos DJs Pete Tha Zouk e Pedro Borges.
O NEOPOP 2026 arranca esta quinta-feira, 6 de agosto, junto ao Forte de Santiago da Barra, em Viana do Castelo, levando novamente à cidade alguns dos principais nomes da música eletrónica.
A Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UNIPVC) é a única instituição portuguesa a integrar o My Farm, projeto europeu que pretende tornar as explorações agrícolas mais sustentáveis, resilientes e capazes de gerar valor para além da produção de alimentos.
Viana do Castelo liga esta quinta-feira, 6 de agosto, as iluminações da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia. Cerca de 1,5 milhões de pontos de luz, instalados ao longo de 9,8 quilómetros de ruas, vão transformar o ambiente da cidade e anunciar a aproximação das festas.
A Comissão Concelhia de Viana do Castelo do PCP acusa o Governo de agravar a crise da habitação e de dirigir uma “autêntica declaração de guerra aos inquilinos”, numa altura em que a cidade registou a maior subida homóloga das rendas entre as capitais de distrito portuguesas.