A Câmara Municipal de Viana do Castelo investiu, nos últimos quatro anos, mais de 10 milhões de euros na ampliação da rede de água e saneamento do concelho. Neste âmbito, entrou agora em funcionamento a Estação Elevatória de Águas Residuais da Agra da Aldeia, em Mujães, que permitiu a ligação ao saneamento da rede pública de 55 fogos, servindo 111 habitantes.

Este investimento, na ordem dos 152 mil euros, permitiu, assim, beneficiar a Rua dos Reis Magos, em Barroselas e Mujães, e o Bairro do Feijó, em Mujães, integrando a empreitada de Ampliação da Rede de Drenagem de Águas Residuais da Margem Sul (freguesias de Mujães, Vila de Punhe, Barroselas / Mujães e Castelo do Neiva), Lote 1 (ampliação da Rede de Águas Residuais da Margem Sul – Vila de Punhe, Mujães, Barroselas e Mujães – EN 308).
Desde 2020, foram investidos um total de 10.670.650 euros na construção de redes novas e na requalificação de redes já existentes. Destacam-se, por exemplo, a Ampliação da rede de drenagem de águas residuais da margem direita /freguesias de Serreleis, Cardielos, Torre e Vila Mou) – Lote 1 – Freguesia de Cardielos e Serreleis, empreitada que ascendeu a 836 mil euros, e a Expansão da rede de drenagem de águas residuais nas freguesias de Carvoeiro, Deão e Deocriste – Lote 2 – para Deão e Deocriste, que ascendeu a 798 mil euros.
Foram também investidos 327 mil euros na Ampliação de redes de abastecimento de água e águas residuais domésticas em Vila Franca, Deão, Barroselas, Carvoeiro, Perre e Freixieiro de Soutelo – Lote 3 – Freixieiro de Soutelo e 318 mil euros na Requalificação do Espaço Público da Quinta da Bouça, para além de 307 mil euros na Rede de distribuição de águas nas freguesias de Deocriste, Deão, Portela Susã e Nogueira – Lote 2 – Portela Susã, entre várias outras obras.
Refira-se que, de acordo com o Plano de Atividades e Orçamento da Câmara Municipal de Viana do Castelo para 2024, a aposta na Coesão Territorial é uma das prioridades do município, através da descentralização de serviços, infraestruturas e equipamentos, na sequência da criação do Programa de Reabilitação Urbana, ampliando a Rede de Espaços do Cidadão nas Freguesias, mantendo os investimentos na ampliação da Rede de Saneamento e Abastecimento de Água em todo o concelho, ambicionando atingir os 100% de cobertura.
O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.
Alunos dos cursos profissionais de Técnico de Multimédia e de Sistemas de Informação e Redes da Escola Secundária de Monserrate participaram, na sexta-feira, 25 de setembro, numa caminhada de integração até ao Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
O Observatório Jovem de Valença está a levar às escolas o desafio de envolver os jovens na reflexão sobre o futuro do concelho. Ao longo desta semana, técnicos da área da Juventude estão a percorrer as turmas do ensino secundário do Agrupamento Muralhas do Minho para apresentar o projeto e explicar aos alunos de que forma podem participar.
David Mendes, presidente da Viana Ciclável, parte de Viana do Castelo a 5 de outubro para uma viagem de bicicleta até Antália, na Turquia. Prevê percorrer cerca de 4.700 quilómetros, sozinho e sem apoio motorizado, para chegar a 9 de novembro, dia em que começa a conferência das Nações Unidas sobre as alterações climáticas.
A Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UNIPVC) alcançou o terceiro lugar nacional no UI GreenMetric World University Rankings 2026, com 7912,5 pontos em 10 mil, mais 237,5 pontos do que na edição anterior. A instituição ocupa ainda a 260.ª posição a nível mundial, entre 2016 universidades de 110 países.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou 19 191 ações de fiscalização relacionadas com a proteção e bem-estar animal entre janeiro de 2024 e 31 de agosto de 2026. Durante este período, o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) detetou 982 situações de abandono e 1 668 casos de mortes e maus-tratos a animais.
As doenças cardiovasculares continuam a representar a principal causa de morte em todo o mundo e em Portugal. Todos os anos, mais de 20 milhões de pessoas perdem a vida devido a problemas no coração e na circulação. No entanto, há um dado que a medicina reforça com urgência: cerca de 80% destas mortes precoces poderiam ser evitadas.