O Infarmed aprovou três autorizações de colocação no mercado de preparações à base de canábis para fins medicinais, passando a existir quatro produtos farmacêuticos à venda em Portugal, adiantou hoje à Lusa o Infarmed.

Até agora, só estava disponível no mercado uma preparação à base canábis, que consiste em flores secas da planta ‘Cannabis sativa’, contendo 18% de tetrahidrocanabinol (THC) e menos de 1% de canabidiol (CBD), cuja comercialização foi aprovada em 2021.
Numa resposta escrita à Lusa, a Autoridade Nacional do Medicamente e Produtos de Saúde referiu que “foram aprovadas três novas Autorizações de Colocação no Mercado (ACM) de preparação à base da canábis para fins medicinais”.
“Assim, à data, existem quatro Autorizações de Colocação no Mercado aprovadas em Portugal” para estes produtos, adianta o Infarmed.
A utilização destes produtos depende da avaliação clínica, efetuada pelo médico, face às indicações terapêuticas aprovadas e a sua dispensa apenas pode ser realizada na farmácia mediante apresentação de receita médica.
Entre as indicações para a utilização destes produtos estão a dor crónica associada a doenças oncológicas, epilepsia e tratamento de transtornos convulsivos graves na infância, esclerose múltipla, náuseas e vómitos causados por quimioterapia, estimulação do apetite nos cuidados paliativos de doentes em tratamento oncológico ou com sida.
A utilização da canábis para fins medicinais é permitida em Portugal desde 2019.
Em 18 de julho de 2018, com a Lei nº33/2018, estabeleceu-se o quadro legal para a utilização de medicamentos à base de Canábis para fins medicinais, e o Decreto-Lei nº8/2019, de 15 de janeiro, veio proceder à sua regulamentação.
Os objetivos desta legislação foram garantir que todas as preparações disponibilizadas cumprem todos os requisitos relativos à qualidade e segurança dos produtos, com o intuito de salvaguardar a saúde pública, bem como minimizar o uso indevido de medicamentos ou outros preparados à base de canábis.
Manuel Oliveira Martins é o convidado da próxima sessão do ciclo de conversas, marcada para 15 de outubro, no Hotel AP Dona Aninhas.
A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) está a desenvolver um trabalho de diagnóstico e caracterização do espólio arqueológico da região, com o propósito de reunir informação sobre as coleções existentes e apoiar a definição de futuras medidas de preservação e valorização patrimonial.
A Escola EB1 e Jardim de Infância do Cabedelo entrou numa nova fase com o arranque das obras de requalificação e ampliação, num investimento de dois milhões de euros promovido pela Câmara Municipal de Viana do Castelo. A empreitada tem um prazo de execução de 360 dias e pretende melhorar as condições de funcionamento do estabelecimento de ensino, tanto ao nível da segurança como da eficiência energética e da utilização dos espaços destinados à atividade letiva.
Ricardo Pedra voltou a vencer a Corrida da Ponte, disputada este domingo, 11 de outubro, em Viana do Castelo. O atleta do Clube de Atletismo Olímpico Vianense (CAOV) concluiu o percurso de 10 quilómetros em 29 minutos e 59 segundos.
O Desportivo de Monção venceu no terreno do Vitorino de Piães, por 2-1, na quinta jornada do Campeonato Distrital da 1.ª Divisão da Associação de Futebol de Viana do Castelo, disputada este fim de semana, e lidera a classificação com 13 pontos.
O SC Vianense B venceu por 4-1 na deslocação ao terreno do FC Cabaços e manteve a liderança do Campeonato Distrital da 2.ª Divisão da Associação de Futebol de Viana do Castelo, após a quinta jornada, disputada este fim de semana.
A Seleção Nacional de futebol de praia conquistou, este domingo, o Mundialito, depois de vencer o Paraguai por 11-8, na terceira e última jornada da competição. A derrota da Espanha frente ao Brasil permitiu à equipa orientada por Bruno Torres terminar no primeiro lugar.