Manda a tradição que, na noite de 30 de abril para 1 de maio, se enfeitem as portas, janelas e outros locais com giestas amarelas. A tradição das "Maias nas portas", serve para afastar o mal e atrair boas energias. Acredita-se que esta prática, que tem origem em costumes pagãos, protege a casa e os seus moradores do mau-olhado e de outros males.

As “Maias” são uma tradição portuguesa antiga. Em algumas regiões, as “Maias” são mais elaboradas, envolvendo a criação de bonecas de palha ou a realização de desfiles com meninas vestidas de branco e enfeitadas com flores.
As “Maias” eram uma prática comum em tempos antigos, onde as pessoas acreditavam que elas podiam afastar o mal e trazer a sorte e a prosperidade para casa e para o trabalho.
Hoje em dia, a tradição das “Maias” continua a ser celebrada em várias regiões de Portugal, com algumas variações dependendo da região e das famílias.

PROVÉRBIOS DE MAIO
A melhor cepa, Maio a deita.
A velha, em Maio, come castanhas ao borralho.
Em Maio, a chuvinha de Ascensão dá palhinhas e dá pão.
Em Maio, a quem não tem, basta-lhe o saio.
Em Maio, até a unha do gado faz estrume.
Em Maio ainda os bois estão oito dias ao ramalho.
Em Maio de calor, a todo o ano dá valor.
Em Maio deixa a mosca o boi e toma o asno.
Em Maio espetam-se as rocas e sacham-se as hortas.
Em Maio, nem à porta de casa saio.
Mês de Maio, mês de flores, mês de Maria, mês dos amores.
Em Maio, passarinho em raio.
Em Maio verás a água com que regarás.
Maio chuvoso, ano formoso.
Maio claro e ventoso, faz ano rendoso.
Maio hortelão, muita palha e pouco grão.
Maio jardineiro, enche o celeiro.
Maio o deu, Maio o leva.
Maio pequenino, de flores enfeitadinho.
Quando em Maio arrulha a perdiz, ano feliz.
Quem em Maio relva não tem pão nem erva.
O livro As igrejas do concelho de Paredes de Coura – Memórias e Património, da autoria de José Carlos Ferreira, foi apresentado como uma obra de valorização da identidade cultural e patrimonial do concelho, numa sessão que contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura, Tiago Cunha, e do Bispo da Diocese de Viana do Castelo, D. João Lavrador.
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O limiano Márcio Silva, natural de Ponte de Lima e atualmente residente na Suíça, acaba de lançar o primeiro volume de uma coleção de livros infantis inspirada em experiências reais vividas em família, tendo como cenário principal a emblemática Floresta Negra.
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