A Câmara de Caminha disponibiliza, a partir de hoje, uma plataforma digital com o repositório genealógico do concelho, resultado de uma investigação de quase 10 anos com dados sobre as origens familiares de “mais de 100 mil pessoas”.

A intenção do projeto, que começou em 2015, foi reconstituir “todas as comunidades históricas do concelho, através da construção de uma base de dados genealógica por cada freguesia, desde o início da existência dos assentos paroquiais (normalmente nas primeiras décadas do século XVII)”, indica, em comunicado, a câmara.
Fonte do município explicou à Lusa que a investigação lançada pela historiadora Aurora Rego reuniu, na base de dados que vai ficar disponível ‘online’ na sexta-feira, informação de “mais de 100 mil pessoas”.
O repositório permite “aos residentes e a todos os indivíduos com ligações ao concelho de Caminha, em qualquer parte do mundo, aceder às suas raízes familiares e genealógicas, desde o início do século XVII”, descreve a autarquia.
Na nota de imprensa, a Câmara de Caminha explica que o objetivo do trabalho foi “reconstituir as comunidades históricas do concelho de Caminha, ao longo de três séculos, freguesia a freguesia”.
Por outro lado, pretendeu-se “resgatar a identidade das gerações passadas desde o início dos lançamentos dos registos paroquiais, identificando todas as famílias que participaram na evolução das freguesias do território, bem como atribuir um nome a todos os indivíduos que integraram as várias camadas geracionais anónimas” do concelho.
A genealogia das freguesias do concelho de Caminha “pode ser consultada na plataforma digital da Casa de Sarmento (Unidade Diferenciada da Universidade do Minho), onde se encontra alocado o Repositório Nacional”.
No ‘site’ do município, na área Viver, vai existir uma ligação para a plataforma.
A petição que contesta a interrupção da iluminação pública entre as 03h00 e as 05h00 em Viana do Castelo ultrapassou as mil assinaturas, segundo o promotor da iniciativa, Ricardo Luis. As assinaturas foram enviadas à Câmara Municipal, juntamente com um pedido de audiência ao presidente do Município.
O CHEGA de Viana do Castelo considera “irrealista e irresponsável” a proposta do PSD para construir um novo hospital na cidade. O partido defende que a prioridade deve ser a requalificação, modernização e eventual expansão do Hospital de Santa Luzia.
O PSD de Viana do Castelo quer que se inicie a discussão sobre a construção de um novo hospital distrital para servir o Alto Minho. A proposta foi apresentada na Assembleia Municipal de sexta-feira.
O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.
Alunos dos cursos profissionais de Técnico de Multimédia e de Sistemas de Informação e Redes da Escola Secundária de Monserrate participaram, na sexta-feira, 25 de setembro, numa caminhada de integração até ao Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
O Observatório Jovem de Valença está a levar às escolas o desafio de envolver os jovens na reflexão sobre o futuro do concelho. Ao longo desta semana, técnicos da área da Juventude estão a percorrer as turmas do ensino secundário do Agrupamento Muralhas do Minho para apresentar o projeto e explicar aos alunos de que forma podem participar.
David Mendes, presidente da Viana Ciclável, parte de Viana do Castelo a 5 de outubro para uma viagem de bicicleta até Antália, na Turquia. Prevê percorrer cerca de 4.700 quilómetros, sozinho e sem apoio motorizado, para chegar a 9 de novembro, dia em que começa a conferência das Nações Unidas sobre as alterações climáticas.