A ministra da Defesa Nacional, Helena Carreiras, afirmou que o Governo quer aumentar em 20% as remunerações médias mensais base dos militares até 2026, objetivo definido para toda a administração pública.
Em declarações aos jornalistas à margem da sessão solene de abertura do ano académico 2023/24 do Instituto Universitário Militar (IUM), em Lisboa, Helena Carreiras salientou que “a Direção-geral da Administração e Emprego Público, em abril, publicou dados que mostram que os militares são uma das categorias cuja remuneração média mensal mais subiu, mais de 9%, em relação à Administração Pública, que subiu 5%”.
“É um esforço que o Governo está a fazer para aumentar em 20% as remunerações médias mensais base para a Administração Pública até 2026, vai acontecer também no caso das Forças Armadas”, afirmou a governante.
Sobre uma das alterações incluídas nas novas Tabelas Gerais de Aptidão e de Capacidade, que definem que a altura mínima para o ingresso geral nas Forças Armadas desce para os 1,54 metros para homens e mulheres, Helena Carreiras respondeu que “só por desconhecimento” é que esta medida pode ser criticada.
“Só por desconhecimento é que se pode criticar este tipo de medida porque a diversidade de ocupações, de especialidades, de funções militares, têm variadíssimos graus de exigência. Não faz muito sentido excluirmos pessoas que têm capacidades para várias áreas e várias especialidades apenas porque são muito baixos ou muito altos”, considerou.
Para a ministra, as novas Tabelas Gerais de Aptidão e de Capacidade — que também estabelecem que várias doenças crónicas deixam de ser causa de exclusão automática de candidatos — são necessárias e ajuda a “ampliar a base de recrutamento”.
“Não é a única medida, não é a medida decisiva mas é uma medida que contribui para o mesmo objetivo. Não há uma varinha de condão, não há uma medida mágica, há um conjunto articulado, variado de medidas tomadas num trabalho muito cooperativo entre a tutela, governo e as Forças Armadas para enfrentarmos este desafio que nos transcende, na medida em que é um desfio do mercado de trabalho cada vez mais concorrencial e onde as qualificações dos nossos militares são muito requeridas, porque eles de facto são muito bem formados nas Forças Armadas”, sustentou.
No âmbito das comemorações dos 900 anos da fundação da vila de Ponte de Lima, o Centro de Interpretação do Território (CIT) organiza, no próximo dia 24 de janeiro, às 14h00, um atelier dedicado à confeção artesanal da broa de milho, em forno antigo a lenha.
A Juventude Viana entra em ação esta noite, recebendo o Termas OC às 21h30, no Pavilhão José Natário, em jogo da 13.ª jornada do Campeonato Nacional da II Divisão de hóquei em patins.
O Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) e a SEDES – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social assinaram um protocolo de colaboração com o objetivo de reforçar a ligação entre investigação académica, políticas públicas e desenvolvimento sustentável no Alto Minho.
O Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana realizou, esta semana, uma sessão especial no âmbito das suas Oficinas Regulares de Teatro, substituindo o trabalho habitual de palco por um momento de conversa e reflexão entre os participantes.
O futsal feminino do Alto Minho entra hoje na 3.ª eliminatória da Taça de Portugal, com dois jogos de destaque.
Viana do Castelo vai receber, no próximo 19 de fevereiro, uma sessão do ciclo nacional “Tratar o Cancro por Tu”, iniciativa do IPATIMUP – Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto que pretende aproximar cientistas e cidadãos e esclarecer mitos sobre o cancro, uma doença que hoje é cada vez mais controlável. Segundo o investigador Manuel Sobrinho Simões, dois terços das pessoas diagnosticadas com cancro já não morrem da doença.
Está patente ao público, na Sala Dr. Francisco Sampaio (Piso 0) do Museu do Traje, a emblemática pintura “Tipo Minhoto – Les Yeux Rieurs”, de Henrique Medina, uma obra a óleo sobre tela datada de 1959.