O Chefe do Estado-Maior da Armada destacou o valor estratégico dos seis novos patrulhas oceânicos (NPO) que vão ser construídos em Viana do Castelo, com capacidades tecnológicas avançadas, que serão adicionados à frota entre 2027 e 2030.

O processo de aquisição de NPO para substituir as antigas corvetas da Marinha prevê nesta terceira fase a entrega do primeiro navio em 2027, o segundo em 2028, e dois por ano em 2029 e 2030, segundo foi anunciado na cerimónia de assinatura do contrato com a herdeira dos antigos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, a portuguesa WestSea, nas instalações centrais da Marinha, Lisboa.
A Marinha, disse o Chefe do Estado-Maior da Armada, Gouveia e Melo, “reconhece o esforço” para a modernização dos equipamentos – a construção de seis NPO vai custar 300 milhões de euros – que considerou imprescindível para a proteção das águas portuguesas, um espaço vital de trânsito para qualquer atividade militar e “zona muito cobiçada”.
“Não desistimos de uma Marinha significativa”, advertiu Gouveia e Melo, adiantando que em 2024, no último ano do seu mandato, serão assinados os contratos para a compra de dois novos navios reabastecedores e oito navios patrulhas costeiros, além da conclusão da modernização das fragatas Bartolomeu Dias e o “upgrade” das fragatas Vasco da Gama.

Quanto aos novos NPO, disse, vão ter capacidades tecnológicas avançadas, incluindo um desenho “modular e adaptativo”, que transformou o “navio tipicamente de fiscalização numa unidade combatente que será útil no inventário da OTAN e reforçará o valor militar da Marinha portuguesa no seio da Aliança”.
Segundo o almirante, os NPO que serão construídos em Viana do Castelo estão “um passo à frente” dos anteriores, com propulsão totalmente elétrica e novos sensores na área de radares e capacidade de operação de veículos autónomos, podendo desempenhar funções na guerra de minas e de vigilância anti-submarina.
A capacidade de transporte de pessoal e projeção de forças, a possibilidade de ser uma plataforma para lançar raides anfíbios com fuzileiros em costa aberta, sonares ativos de baixa frequência são outras características destes navios, que mantém as funções tradicionais de vigilância, busca e salvamento marítimos, sublinhou.
“Acreditamos que será através da guerra anti-submarina e com a robotização da guerra que podemos acrescentar valor significativo à Aliança”, disse, considerando “imprescindível” a aquisição de mais dois submarinos “mais pequenos e versáteis”.

Os navios terão um custo de cerca de 300 milhões de euros, previsto na Lei de Programação Militar, disse o secretário de Estado da Defesa Nacional, Carlos Pires, afirmando que a Marinha pode, atualmente, não só “ombrear” com os aliados nesta área mas também inspirá-los.
O governante considerou que as capacidades da terceira geração de NPO permitirão reforçar a “frutífera cooperação” com as forças e serviços de segurança portugueses.
Os novos NPO, disse, espelham a importância “atribuída às Forças Armadas permitindo atender às necessidades presentes” e “preparar a Marinha e o país para os desafios para o futuro próximo, marcado pela incerteza e imprevisibilidade”.
A Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UNIPVC) estabeleceu contactos com mais de 500 potenciais estudantes durante uma missão de promoção do ensino superior português que passou pelo México, Colômbia, Peru e Chile, entre finais de setembro e as duas primeiras semanas de outubro.
A adaptação da alimentação às necessidades das pessoas que vivem com demência é o tema da sessão do Café Memória de Viana do Castelo, que se realiza este sábado, 24 de outubro, entre as 9h00 e as 11h00, no restaurante Cozinha de Tacho, na Estação VianaShopping.
O Município de Monção recebeu a placa comemorativa da inscrição do Combate da Coca no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, durante as comemorações do Dia Internacional do Património Cultural Imaterial, realizadas nos dias 16 e 17 de outubro, na Casa das Artes, no Porto.
O projeto da futura ponte pedonal e ciclável sobre o rio Lima, em Viana do Castelo, venceu o Prémio Cidades que Caminham, na categoria “Cidades e Vilas que Caminham”. A distinção foi entregue esta sexta-feira, em Vitória-Gasteiz, no País Basco, à vereadora da Mobilidade, Fabíola Oliveira.
O primeiro Balcão Eletrónico do Mar (BMar) da Região Norte abriu no Espaço Cidadão de Vila Praia de Âncora, no concelho de Caminha, disponibilizando atendimento presencial e apoio no acesso aos serviços públicos ligados ao setor marítimo.
Viana do Castelo recebe, este fim de semana, uma sessão de dança e uma caminhada solidária integradas no programa Outubro Rosa 2026. Promovidas pelo município, as duas iniciativas visam sensibilizar para a prevenção do cancro da mama e apoiar a Liga Portuguesa Contra o Cancro.
A equipa de Viana do Castelo conquistou o primeiro lugar na classificação geral das Olimpíadas Seniores do Alto Minho, realizadas recentemente em Ponte da Barca. Na sequência da vitória, a delegação do projeto Olympics 4All foi recebida pelo presidente da Câmara Municipal e pelo vereador do Desporto, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.