A Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) assinalam o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, que se celebra hoje, dia 25 de novembro, reafirmando o seu compromisso com a prevenção e o combate a todas as formas de violência de género.

A prevenção e investigação do crime de violência doméstica são prioridades da GNR e da PSP, e assumem-se como uma estratégia central para ambas as forças de segurança, que têm vindo a intensificar as campanhas de sensibilização e a investir em ações específicas de formação do seu efetivo, com vista a uma resposta cada vez mais eficaz e humana.
No presente ano, até ao dia 31 de outubro, os 137 militares que integram os Núcleos de Investigação de Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) da GNR concluíram a investigação de 4 209 processos relacionados com violência doméstica. Durante o ano 2022, na área de responsabilidade da GNR, foram registados 14 636 crimes de violência doméstica, tendo sido detidas 1 509 pessoas. Em 2023, foram registados 14 825 crimes de violência doméstica e efetuadas 1 588 detenções.
Em 2024, até 31 de outubro, foram registados 12 283 crimes (dados provisórios) de violência doméstica e foram detidas 1 199 pessoas (dados provisórios). Relativamente à apreensão de armas no âmbito deste tipo de crimes, até ao dia 31 de outubro de 2024, a GNR apreendeu 1 011 armas no âmbito destas investigações, sendo que em 2023 foram apreendidas 1 131 armas e em 2022 foram apreendidas 1 073 (dados provisórios).
O impacto deste crime não se circunscreve apenas às vítimas diretamente envolvidas, afetando também as famílias e a sociedade no seu conjunto, sendo, também por isto, uma prioridade para a Guarda e para a PSP a prevenção e o combate deste tipo de crime.
No sentido de dar ênfase à incessante luta contra este flagelo que é a Violência Doméstica, realizar-se-á um concerto solidário, no dia 28 de dezembro de 2024, que será protagonizado pela banda portuguesa Anjos, pela Guarda Nacional Republicana e pela Polícia de Segurança Pública.
Este concerto, que assinala os 25 anos de carreira dos Anjos, terá lugar na MEO Arena e irá juntar em palco a Banda Sinfónica da GNR e a Banda Sinfónica da PSP, num conjunto de mais de 150 músicos. A totalidade dos lucros da bilheteira reverterá a favor do “Pacto Contra a Violência”, que consiste numa rede de entidades públicas e privadas que, em conjunto com a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) se mobilizam no apoio ao trabalho das estruturas da Rede Nacional de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica (RNAVVD).
O Colégio do Minho celebrou 84 anos de existência num encontro que reuniu alunos, famílias, professores e responsáveis da instituição. A celebração destacou o percurso da escola, a preservação da sua identidade católica e a ligação à Diocese de Viana do Castelo, que se prepara para assinalar os 50 anos da sua criação.
A cooperação turística entre o Alto Minho e a Galiza esteve em destaque no XVIII Congresso Internacional de Turismo — ITC’26, que decorreu nos dias 1 e 2 de outubro, na Universidade de Vigo, com a participação de mais de uma centena de especialistas de quatro continentes.
A empresária Patrícia Martins, fundadora da CANEVI, recebeu a Medalha de Mérito Grau Prata do Município de Vila Nova de Cerveira, numa homenagem ao seu percurso no comércio de calçado e à aposta no empreendedorismo digital.
Portugal assinala esta segunda-feira, 5 de outubro, os 116 anos da Implantação da República, acontecimento que pôs fim à Monarquia Constitucional e abriu um novo ciclo na história do país.
Portugal garantiu o apuramento para os quartos de final da Liga das Nações ao vencer a Noruega por 2-1, no Estádio do Dragão. A seleção nacional somou a quarta vitória em quatro jornadas, num encontro em que João Cancelo e Gonçalo Ramos marcaram os golos da reviravolta.
O filme “O Legado em Cada Gesto – Romaria d’Agonia”, produzido pela VianaFestas, conquistou o Silver Award na categoria Tourism Products no Terres Travel Festival – Films & Creativity 2026, realizado em Tortosa, Espanha.
Chamemos-lhe António. Tem 82 anos. Não existe exatamente — ou, melhor, existe em muitos dos doentes que se sentam à minha frente.