Gabriela Morais Sampaio, de 26 anos, é a Mordoma escolhida para o cartaz deste ano. Residente em Vila Nova de Anha e gerontóloga de profissão, Gabriela expressa o significado profundo da Romaria d'Agonia, descrevendo-a como a identidade do povo vianense, um legado que honra os antepassados e uma manifestação de fé e devoção.
Para Gabriela, ser a Mordoma do cartaz é uma enorme responsabilidade e um grande orgulho, representando todas as mulheres vianenses.
A Mordoma do cartaz foi selecionada, no passado mês de maio, numa cerimónia que juntou 20 candidatas, que antecedeu a conceção do cartaz a que a mordoma dá o rosto. O júri decidiu por unanimidade e Gabriela concretiza o sonho de representar as mulheres de Viana do Castelo.
“Prometo que vou tentar transmitir todo o amor, toda a alegria, fé e devoção, que se vive e sente na Romaria de Nossa Senhora d’Agonia”, afirmou a jovem, que se apresentará na romaria com o seu traje à vianesa, vermelho de Carreço, e com ouro da família ao peito.
Gabriela enverga o traje de lavradeira vermelho, característico da freguesia de Carreço, uma indumentária que data dos finais dos anos 30 e início dos anos 40.
“Este traje foi sendo adquirido aos poucos, e é constituído por peças antigas graças a recolhas feitas. Nesta freguesia, este traje era usado exclusivamente em ocasiões e eventos especiais. A particularidade deste traje está na simplicidade da barra preta da saia sem qualquer bordado, do colete apenas ornamentado com missangas no veludo e do lenço do peito trespassado à frente, ficando traçado a rematar o decote tão característico de Carreço e Afife. Por este decote, as raparigas destas freguesias eram intituladas de «descamisadas», explicou a mordoma.
Este traje, simples mas significativo, é complementado pelo ouro que carrega ao peito, peças com histórias familiares que passam de geração em geração. Destaca-se um cordão com uma medalha centenária, “que é passado sempre para a primeira neta”. Uma herança especial na sua família.
A Romaria d’Agonia 2024 realiza-se entre os dias 14 e 22 de agosto em Viana do Castelo.

O Município de Arcos de Valdevez deu mais um passo na modernização dos serviços de limpeza urbana com a aquisição de duas novas viaturas de recolha de resíduos, destacando-se uma viatura 100% elétrica, destinada à recolha de biorresíduos verdes provenientes de jardins, parques e outros espaços públicos municipais.
A Câmara Municipal de Ponte de Lima vai colocar à venda, em hasta pública no dia 26 de janeiro de 2026, 19 lotes de terreno municipais localizados no Pólo Industrial do Granito das Pedras Finas, em Arcozelo.
O projeto Viana STARTS deu início a um ciclo de masterclasses internacionais com as cidades europeias parceiras de transferência — Brest (França), Brescia (Itália) e Las Palmas (Espanha) — reforçando a dimensão colaborativa e europeia do projeto.
Depois de uma estreia de grande sucesso em 2025, o Basketball International Games (BIG) – Monção está de volta para a sua segunda edição, que decorrerá entre 9 e 12 de julho, reunindo os escalões de Sub13 e Sub15, em masculinos e femininos.
Quinze anos depois, o futuro do Porto de Mar de Vila Praia de Âncora começa finalmente a ganhar forma. A Presidente da Câmara Municipal de Caminha reuniu-se com Nuno Coelho, Diretor Regional da DOCAPESCAS, e Pedro Peixeiro, do Gabinete de Assessoria Técnica, num encontro que marca um avanço decisivo para a definição das regras de funcionamento daquela infraestrutura portuária.
A APPACDM de Viana do Castelo cumpriu, na manhã desta segunda-feira, a tradição do Cantar dos Reis na Câmara Municipal. O grupo, composto por utentes e monitores da instituição, foi recebido pelo presidente da autarquia, Luís Nobre, acompanhado pelos vereadores Fabíola Oliveira e Ricardo Rego.
As Cantadeiras do Vale do Neiva são protagonistas de “O Círculo das Contas de Ouro em Filigrana: Conexões Históricas entre Bahia e Viana do Castelo”, performance inédita da artista portuguesa Rita GT, apresentada no Museu de Arte da Bahia (MAB). A obra surge em colaboração com as Cantadeiras Ohùn Obìnrin (Bahia, Brasil) e propõe uma reflexão crítica sobre as circulações do ouro no contexto colonial, destacando o papel das mulheres nos dois lados do Atlântico.