A Fundação Bienal de Arte de Cerveira (FBAC), em Vila Nova de Cerveira, vai retomar a sua atividade expositiva, no dia 13 de maio, com alguns dos maiores nomes da arte contemporânea nacional e internacional: Andy Warhol, Nikias Skapinakis, Joana Vasconcelos, Vhils e Bordalo II, entre outros.

O 1º Ciclo Expositivo de 2023 do Museu Bienal de Cerveira inaugura às 16h00, no Fórum Cultural de Cerveira, e contará com a presença do diretor da Direção-Geral das Artes, Américo Rodrigues.
Em 2023, a programação expositiva da FBAC é composta por dois grandes ciclos expositivos. O espaço do Fórum Cultural de Cerveira e a Galeria Bienal de Cerveira (antigo edifício dos Bombeiros) acolhem aquele que será o primeiro grande momento da programação, com a inauguração simultânea de três exposições, num total de mais de 115 artistas representados.
“Esta grande reabertura será o pontapé de saída da nossa atividade para o biénio e vai ao encontro da nossa atual estratégia de programação: promover a produção e criação artística contemporânea de uma forma sólida, coerente e com qualidade. Vamos apresentar ao público obras de uma coleção privada, trabalhos criados em residência artística e voltar a apresentar a nossa Coleção. É esta a cadência que queremos manter e afirmar na «Vila das Artes»”, explica o presidente da FBAC, Rui Teixeira.
Com curadoria de Helena Mendes Pereira, a exposição “Uma terna (e política) contemplação do que vive” da Coleção Norlinda e José Lima, apresentará cerca de uma centena de obras, onde se propõe uma viagem pela História da Arte dos últimos 50 anos, com especial destaque para um núcleo de artistas espanhóis. Uma seleção improvável e excecional, que junta a nomes internacionais como Andy Warhol, Sol LeWitt, Rafael Canogar, Ferrán García Sevilla, Antón Lamazares ou Eduardo Arroyo, aos portugueses Nikias Skapinakis, Fernando Lanhas, João Cutileiro, Gerardo Burmester, Manuel Cargaleiro, Joana Vasconcelos, Vhils e Bordalo II, entre outros.
A criação artística a partir do território é um dos objetivos do projeto “Livre trânsito_ciclo permanente de residências e intervenções artísticas” que propõe reativar as oficinas do Fórum Cultural de Cerveira e o diálogo com a comunidade. Com curadoria de Mafalda Santos, serão apresentados os trabalhos realizados durante a residência artística em Vila Nova de Cerveira da dupla Bärbel Praun (DE) e Flaminia Celata (IT) e de Francisco Vidal (PT).
Por sua vez, o espaço da Galeria Bienal de Cerveira, localizado no centro da vila, apresenta a exposição “Espectro” que reúne 14 trabalhos da Coleção da FBAC que têm a luz como elemento essencial. A curadoria é de Raphael Fonseca (BR), curador de arte latino-americana moderna e contemporânea no Denver Art Museum, nos Estados Unidos, e apresenta artistas como Silvestre Pestana, Alexandre Delmar e os coletivos Os Espacialistas e UTUTU.
Recorde-se que para o biénio 2023/2024, que desembocará na organização da XXIII Bienal Internacional de Arte de Cerveira (2024), a FBAC está a convocar novos olhares – de artistas, curadores, colecionadores e de outras estruturas de criação e programação – para pensar a Liberdade, em tempos complexos como os que vivemos. “ÉS LIVRE?” é a pergunta colocada, de forma direta, aos públicos, antecipando e assinalando os 50 anos do 25 de abril de 1974.
A FBAC, que integra a Rede Portuguesa de Arte Contemporânea, é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes.
Viana do Castelo vai associar-se, no dia 22 de outubro, ao movimento internacional «Shine Green for Phelan-McDermid Syndrome», com iluminação verde para sensibilizar a população para esta doença genética rara do neurodesenvolvimento.
O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou o pagamento de uma indemnização de 7.150 euros a André Azevedo, antigo jogador da Juventude Viana que perdeu a visão do olho direito depois de ter sido atingido por uma bola durante um jogo de hóquei em patins, em janeiro de 2018. O ex-atleta considera o montante insuficiente face às consequências da lesão.
Viana do Castelo foi uma das 60 cidades de 22 países que assinaram o Manifesto de Cork à Ação sobre o Clima e a Saúde, um documento que estabelece compromissos locais para responder aos efeitos das alterações climáticas na saúde das populações.
Dois recipientes cerâmicos provenientes de Chafé e Anha, no concelho de Viana do Castelo, foram alvo de recolha de amostras na Casa dos Nichos, no âmbito de uma investigação do arqueólogo Luciano Vilas Boas sobre as práticas funerárias das comunidades da Pré-História Recente.
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O presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura, Tiago Cunha, defendeu, em Tomar, a valorização da infraestrutura verde como instrumento de desenvolvimento dos territórios rurais, durante o Encontro Nacional dos Arquitectos Paisagistas (ENAP’26).