A Federação Internacional de Festivais de Dança (FIDAF) distinguiu Portugal, e mais especificamente o seu representante português, Alberto Rego, enquanto “FIDAF Best Activity Country 2023” – País com Melhor Atividade FIDAF 2023, no seu Congresso Mundial em Cheonan, Coreia do Sul.
Para isso, muito contribuiu o facto de Portugal passar a ter, em 2023, e pela primeira vez, dois Festivais com a chancela FIDAF: o Festival de Folclore Internacional Alto Minho (Viana do Castelo) e o FestARTE (Matosinhos), que integram uma lista de festivais de 5 continentes distinguidos por esta organização.
Alberto Rego, um dos Diretores da Comissão Europeia da FIDAF desde 2016, em representação de Portugal, refere que este prémio deve ser partilhado com os dois Festivais entretanto certificados, com Associação de Grupos Folclóricos do Alto Minho – AGFAM, de que é presidente desde 1994, e com a VianaFestas – Associação Promotora das Festas da Cidade de Viana do Castelo, cuja direção integra desde 2002.
As inúmeras atividades desenvolvidas por estas instituições, sempre com o apoio da Câmara Municipal de Viana do Castelo, muito têm contribuído para reconectar pessoas e associações de todo o mundo ligadas ao folclore e muito têm engrandecido a imagem das danças, das cantigas e das músicas de cariz popular.
São exemplo destas atividades o próprio Festival da Folclore Internacional Alto Minho, de que Alberto Rego foi presidente durante 20 anos (1997-2016), mas também a comemoração do Dia Mundial da Dança e do Canto, a comemoração do Dia Europeu do Folclore, os espetáculos “A Minha Terra é Viana” e “Encontro de Culturas” (este último com a colaboração de inúmeros migrantes residentes em Viana do Castelo), e as Jornadas de Reflexão da AGFAM.
Embora de forma indireta, 2023 foi, ainda, o ano em que, em Viana do Castelo, as danças tradicionais chegaram a centenas de pessoas através da “Festa da Dança” da AGFAM, mas, também, a mais de duas dezenas de turmas dos Agrupamentos de Escolas Vianenses, e em que mais de 50 professores começaram a fazer formação nesta área.
Ainda em 2023, Alberto Rego esteve em constante contacto com representantes de outras comissões da FIDAF e esteve presente no Cheonan World Dance Festival, assim como na reunião anual do seu Comité Executivo, na Coreia do Sul.
O prémio foi atribuído em ex aequo com a Polónia, de que é representante nacional Maria Szupiluk, um país onde a relevância governamental dada à cultura popular é muito significativa.
O arroz de sarrabulho à moda de Ponte de Lima, recentemente certificado como Especialidade Tradicional Garantida (ETG), continua a ser um motor económico no concelho.
No âmbito das comemorações dos 900 anos da fundação da vila de Ponte de Lima, o Centro de Interpretação do Território (CIT) organiza, no próximo dia 24 de janeiro, às 14h00, um atelier dedicado à confeção artesanal da broa de milho, em forno antigo a lenha.
A Juventude Viana entra em ação esta noite, recebendo o Termas OC às 21h30, no Pavilhão José Natário, em jogo da 13.ª jornada do Campeonato Nacional da II Divisão de hóquei em patins.
O Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) e a SEDES – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social assinaram um protocolo de colaboração com o objetivo de reforçar a ligação entre investigação académica, políticas públicas e desenvolvimento sustentável no Alto Minho.
O Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana realizou, esta semana, uma sessão especial no âmbito das suas Oficinas Regulares de Teatro, substituindo o trabalho habitual de palco por um momento de conversa e reflexão entre os participantes.
O futsal feminino do Alto Minho entra hoje na 3.ª eliminatória da Taça de Portugal, com dois jogos de destaque.
Viana do Castelo vai receber, no próximo 19 de fevereiro, uma sessão do ciclo nacional “Tratar o Cancro por Tu”, iniciativa do IPATIMUP – Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto que pretende aproximar cientistas e cidadãos e esclarecer mitos sobre o cancro, uma doença que hoje é cada vez mais controlável. Segundo o investigador Manuel Sobrinho Simões, dois terços das pessoas diagnosticadas com cancro já não morrem da doença.