O festival de Vilar de Mouros deste ano recebeu cerca de 70 mil pessoas nos quatro dias de duração, uma "aposta ganha" a repetir no próximo ano, disse aos jornalistas Diogo Marques, da organização.

“O festival foi um sucesso, passaram por aqui cerca de 70 mil pessoas, os objetivos iniciais foram cumpridos”, disse em conferência de imprensa de balanço do festival de Vilar de Mouros deste ano Diogo Marques, da organização do evento de Caminha.
O festival deste ano contou com nomes como Limp Bizkit, The Prodigy, Pendulum, James e, segundo Diogo Marques, o orçamento superou os dois milhões de euros, tendo a adição de mais um dia ao festival sido uma “aposta ganha”, pelo que se vai repetir.
Diogo Marques considerou ainda “histórico” o último dia do Festival, em que o recinto esgotou, com 25 mil pessoas nas margens do rio Coura.
“Com os The Offspring, em 2019, tínhamos esgotado um dia, mas tínhamos uma lotação de menos cinco mil pessoas, agora aumentámos o espaço do recinto, e portanto esta é mais uma vitória”, considerou Diogo Marques.
Devido à lotação ter esgotado, verificaram-se longas filas e demora na entrada para o recinto, mas Diogo Marques disse que “em geral tudo correu bem”.
“A questão das filas, era inevitável. Se estamos com 25 mil pessoas aqui dentro, com as entradas que temos, era inevitável. É uma questão estrutural do recinto, em que já temos solução pensada para 2024”, disse aos jornalistas, criando “mais corredores de fila” e “uma entrada mais rápida”.
Diogo Marques disse ainda que “quando todas as pessoas chegam nas mesmas horas, é impossível colocar tão depressa como as pessoas desejam dentro do recinto”, que até abriu mais cedo, tendo também existido avisos da organização em todos os canais mediáticos sobre a elevada afluência, pedindo que chegassem cedo.
Organizado pela empresa Surprise & Expectation, o festival passou, este ano, a ter o Crédito Agrícola como ‘naming sponsor’ e como parceiros a Câmara de Caminha e a Junta de Freguesia de Vilar de Mouros.
O primeiro festival de música do país, que ainda hoje goza da fama do ‘Woodstock à portuguesa’, aconteceu em 1971 em Vilar de Mouros, tendo sofrido um interregno de oito anos, entre 2006 e 2014.
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