A 10.ª edição do Festival Internacional de Documentário de Melgaço - MDoc realiza-se de 29 de julho a 04 de agosto e vai ter um enfoque no cinquentenário da Revolução de 25 de Abril.

O MDoc indicou que a receção dos filmes a concurso foi feita até 19 de maio e que já estão abertas as inscrições para as residências de cinema e fotografia, e para a oficina de cinema.
O evento, que se realiza em Melgaço, pretende “continuar a ser um meio de reflexão através do documentário sobre identidade, memória e fronteira, contribuindo para a criação de um exaustivo arquivo audiovisual do território”.
Entre as atividades organizadas estão o Fora de Campo – Curso de Verão, que vai ser um “ponto de encontro de pesquisa, debate e desenvolvimento de práticas criativas de várias proveniências”.
Vai ser dada “particular importância” às cinematografias que abordaram o cinema e a revolução em países como Espanha, Brasil, Chile e nos países africanos de expressão de língua portuguesa.
Na iniciativa Plano Frontal, que decorre entre 26 de julho e 04 de agosto, Pedro Sena Nunes orienta a residência “Produzir um documentário”, desafiando quatro equipas a realizarem quatro documentários sobre temas locais.
“A ideia passa por abordar a história da região e contribuir para a criação de um arquivo audiovisual sobre o património imaterial de Melgaço”, descrevem os organizadores.
Cada equipa selecionada vai usufruir de uma bolsa no valor de cinco mil euros para pagamento de despesas relacionadas com estadia, apoio técnico, produção e tutoria.
As candidaturas devem ser feitas até 30 de junho.
Na Residência Fotográfica, os participantes vão ser “desafiados a fotografar sobre temas locais que lhes serão propostos”.
Orientada também por Pedro Sena Nunes, a residência tem como intuito “promover a fotografia e incentivar ao aparecimento de novos fotógrafos”.
Os custos associados serão suportados por uma bolsa individual no valor de dois mil euros e as candidaturas estão abertas até 30 de junho.
As oficinas do MDoc regressam à Escola Secundária de Melgaço, entre 29 de julho e 01 de agosto, estando as inscrições abertas até 15 de julho.
Catarina Mourão – que conquistou o prémio para melhor documentário português em “A Toca do Lobo” (MDoc 2016) e “Astrakan 79” (MDoc 2023) – vai orientar a oficina de cinema “A Casa e o Mundo”.
A realizadora vai “partilhar o seu processo criativo e promete desafiar os participantes a pensarem em diferentes abordagens da realidade, filmarem o conflito, o improviso, o Outro, e trabalhar num exercício prático que reflita a voz, uma abordagem pessoal, uma memória ou diferentes temporalidades”.
Prosseguindo a aposta “na descentralização da cultura e na coesão territorial”, a edição deste ano do MDoc é apresentada como “especial, já que se assinala um marco de resistência e consolidação deste evento em Portugal, com eco internacional”.
A organização lembra que, desde a sua génese, em 2014, o festival “ousou desafiar a sua geografia periférica para a usar a seu favor e trazer à vila raiana do Alto Minho 75 realizadores nacionais, 58 cineastas internacionais do Brasil, Irão, Finlândia, Sérvia, França, Espanha, Iraque, Índia, Alemanha (entre outras nacionalidades)”.
A afluência total de público cifra-se, ao longo destes anos, em mais de 33 mil participantes (entre público e intervenientes).
O cancro primário do fígado é uma das neoplasias com evolução epidemiológica mais desfavorável neste século. Tal como a doença hepática crónica que habitualmente o precede, o cancro do fígado evolui frequentemente sem sintomas durante um longo período.
A exposição itinerante “Saúde Mental – O que não se vê: 5 locais, 5 realidades” tem apresentação marcada para 16 de outubro, às 18h00, no Jardim D. Fernando, em Viana do Castelo. A iniciativa vai abordar temas como a ansiedade, o desgaste profissional e a solidão em cinco espaços da comunidade.
A primeira edição do Loureiro Summit arranca esta quinta-feira, 15 de outubro, às 18h00, no Palacete Villa Moraes, em Ponte de Lima. Promovido pelo município, o evento reúne produtores engarrafadores, especialistas, jornalistas, críticos e enólogos para debater e divulgar a casta Loureiro.
Os Serviços Municipalizados de Viana do Castelo (SMVC) vão iniciar, em novembro, um projeto-piloto de deposição controlada de resíduos volumosos, em parceria com 16 freguesias e uniões de freguesia do concelho. A iniciativa pretende facilitar a entrega destes resíduos, garantir o seu encaminhamento adequado e combater o abandono indevido.
O espetáculo “Só eu é que não tenho”, do Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana, vai percorrer as escolas do concelho de Viana do Castelo, com 29 sessões dirigidas a alunos do 2.º Ciclo do Ensino Básico, até 27 de outubro.
A Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) convocou as juntas de freguesia de todo o país para encerrarem os seus serviços no dia 4 de novembro, em protesto contra a proposta de Orçamento do Estado para 2027, por considerar que não contempla as principais reivindicações apresentadas ao Governo.
A Biblioteca Municipal de Viana do Castelo acolheu, no dia 10 de outubro, a tertúlia “Um olhar sobre a saúde mental” e a inauguração da exposição fotográfica “Olhares sobre a saúde mental”, numa iniciativa destinada a sensibilizar a comunidade para esta temática.