Contra o desperdício alimentar na fronteira, o novo núcleo da REFOOD de Vila Nova de Cerveira, serve cerca de 580 refeições por semana a famílias carenciadas. Desta forma, este domingo, dia 18 de Novembro, o 65º núcleo desta organização independente orientada por cidadãos e 100% voluntária vai organizar um momento de convívio sob o mote do desperdício alimentar.

Cerca de 1,6 milhões de portugueses vivem abaixo do limiar da pobreza e 400 mil têm carências alimentares. Ao mesmo tempo, estima-se que 1,8 milhões de toneladas de alimentos são desperdiçadas todos os anos — mais de 180 quilos por cada português, com um impacto económico negativo que se estima nos 3,3 mil milhões de euros anuais.
Assim surge a REFOOD em 2011. Realizado 100% por voluntários que disponibilizam duas horas do seu tempo para ajudar, o movimento tem a missão de resgatar comida em bom estado e combater a fome. Atualmente existem 65 núcleos em todo o país.
A história do núcleo de Cerveira começou na Festa da História, quando se questionaram para onde iria a comida remanescente do centro da vila. Assim, 5 cidadãos de Cerveira colocaram “mãos à obra” para entender o panorama do desperdício alimentar e a pobreza existente.
A inauguração remonta a maio de 2023, e já ajudaram mais de 100 pessoas sendo que 40% são crianças. Até à data, prestam apoio a 56 pessoas semanalmente.
Para o núcleo de Vila Nova de Cerveira a conjuntura e a realidade vivida: “É uma verdade escondida, que nos assusta todos os dias, a quantidade de comida desperdiçada versus as pessoas que precisam dessa comida para sobreviver! Uma verdade com que lidamos todos os dias e acreditamos que estes números são baixos versus a realidade social do município.”
“Contudo, a nossa visão é não só ajudar o máximo de pessoas possível através do combate ao desperdício diário com +250kg de comida resgatada por semana, como também ativar a comunidade através de parcerias estratégicas e medição de impacto.” reforçam.
Após 6 meses, “queremos inaugurar o espaço junto da nossa equipa, parceiros e comunidade, para que consigamos crescer e ajudar cada vez mais pessoas.”

Desta vontade surge o evento que será dividido em duas partes: a apresentação do núcleo com representantes da direção nacional da REFOOD 4Good e o segundo momento será uma festa comunitária com música, boa comida e animação.
Assim e de forma a crescer, o núcleo apela ao apoio da comunidade de maneira a colmatar as necessidades, pedindo:
• Voluntários para abrir mais dias de turnos;
• Voluntários para trabalho logístico e organizacional
• Perecíveis como luvas, toucas, detergentes
• Donativos em género/monetário para criar melhores condições no espaço e aquisição de uma carrinha elétrica, de forma a suportarmos as recolhas diárias.

A CP – Comboios de Portugal vai reforçar a oferta ferroviária para Viana do Castelo durante a Romaria em Honra de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
O espaço exterior do Centro Cultural de Portela Susã foi inaugurado este domingo, após uma intervenção apoiada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo em 43.500 euros.
O heliporto do Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, foi certificado pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) para receber operações de emergência médica durante 24 horas por dia.
O programa “Heróis da Fruta”, desenvolvido pela Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) e aplicado em escolas do distrito de Viana do Castelo, recebeu reconhecimento científico internacional pela eficácia na promoção do consumo regular de fruta entre crianças dos 3 aos 11 anos.
A loja Dona Cegonha, em Viana do Castelo, lançou uma coleção de t-shirts dedicada à Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
A Sala Couto Viana, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, recebeu esta sexta-feira a apresentação da nova edição da revista “A Falar de Viana”, publicação dedicada à preservação e divulgação da história, da cultura e da identidade do concelho.
O Governo anunciou uma revisão do regime de indemnizações por danos causados pelo lobo-ibérico, alargando as situações abrangidas e eliminando algumas das limitações existentes. As alterações procuram garantir maior justiça aos produtores pecuários e promover a coexistência entre a atividade pastoril e a conservação da espécie.