Este sábado, 23 de março, a Fundação Bienal de Arte de Cerveira (FBAC), em Vila Nova de Cerveira, apresenta um novo ciclo de exposições dedicado ao Brasil. O 3º Ciclo Expositivo da FBAC inaugura às 16h00, no Fórum Cultural de Cerveira e contará com a presença de Pedro Sobrado, presidente do Conselho de Administração da Museus e Monumentos de Portugal.
Em 2024 a programação expositiva é composta, à semelhança de 2023, por dois grandes ciclos expositivos. Neste sentido, este sábado, o Fórum Cultural de Cerveira e a Galeria Bienal de Cerveira (antigo edifício dos Bombeiros) promovem a inauguração simultânea de três exposições, num total de 64 artistas representados, com especial enfoque no Brasil, dos quais se destacam nomes como Artur Bárrio, Ícaro Lima, Rosana Ricalde, Tales Frey e Zélia Mendonça.
Seguindo a estratégia adotada da existência de um país convidado para cada edição da bienal, o Brasil tem destaque na programação da FBAC, o que se reflete em parcerias com estruturas de programação e criação do país irmão, em exposições exclusivamente dedicadas a artistas naturais do Brasil e no convite a curadores brasileiros para, em Liberdade, olharem a nossa coleção.
“Este grande momento da nossa programação apresenta ao público três exposições, uma delas com especial destaque para a criação artística brasileira, trabalhos criados em residência artística e obras da nossa Coleção. Passados mais de 200 anos do Grito do Ipiranga propomos ao público celebrar a diáspora brasileira através de reflexões contemporâneas sobre liberdade, igualdade e pluralidade, temáticas que enquanto instituição também nos preocupam e interessam explorar”, explica o presidente da FBAC, Rui Teixeira.
Em Vila Nova de Cerveira sabemos que à pergunta “ÉS LIVRE?” queremos ouvir respostas com diferentes sotaques e idiomas, não queremos coros afinados de vozes iguais, mas a diversidade do ruído, a paz da multiplicação de hipóteses, a mescla que é o mundo e que habita dentro de cada um de nós. Sob este pressuposto a FBAC irá promover a exposição “É bonita a festa, pá!” com 42 artistas brasileiros residentes em Portugal e noutros países da Europa, tendo curadoria coletiva Helena Mendes Pereira, Cristiana Tejo + NowHere. O projeto expositivo contará ainda com uma intervenção especial site specific da artista brasileira Zélia Mendonça, que envolverá a comunidade.
A criação artística a partir do território é um dos objetivos do projeto “Livre trânsito_ciclo permanente de residências e intervenções artísticas” que propõe reativar as oficinas do Fórum Cultural de Cerveira em diálogo com a comunidade. Com curadoria de Mafalda Santos, serão apresentados os trabalhos realizados durante a residência artística em Vila Nova de Cerveira dos artistas Daniel Schürer (DE) e Katia Kameli (FR).
Por sua vez, o espaço da Galeria Bienal de Cerveira, localizado no centro da vila, apresenta a exposição da Coleção da FBAC “Volátil” que propõe ao público, a partir de uma seleção de 20 artistas, uma reflexão sobre a cultura visual contemporânea que parte de uma articulação entre o passado, o presente e o futuro, reforçando a importância histórica e artística do acervo, que acompanha a própria construção da democracia. A curadoria é de Elisa Noronha (PT/BR).
De referir que a sessão inaugural conta, ainda, com a apresentação da performance poético-musical “Santa Barba” de Paulo Pinto. Nesta ação o performer e multiartista irá abrir o seu coração, des/afetos, para fazer as pazes com a sua criança vi(ol)ada, contando/cantando histórias de si e de pessoas que atravessaram a sua vida e deixaram esperanças. A ação conta com a colaboração musical de Celo Costa e produção de Dori Nigro e Paulo Pinto.
Recorde-se que para o biénio 2023/2024, que desembocará na organização da XXIII Bienal Internacional de Arte de Cerveira (20 de julho a 30 de dezembro de 2024), a FBAC está a convocar novos olhares – de artistas, curadores, colecionadores e de outras estruturas de criação e programação – para pensar a Liberdade, em tempos complexos como os que vivemos. “ÉS LIVRE?” é a pergunta colocada, de forma direta, aos públicos, antecipando e assinalando os 50 anos do 25 de abril de 1974. A FBAC, que integra a Rede Portuguesa de Arte Contemporânea, é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes.
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